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Vinte e tres atalhos de busca no banco foram medidos, e nenhum valia a pena
Restava da conferencia entre o codigo e o banco uma lista de 23 atalhos de busca (indices) que o codigo declarava e o banco nao tinha. Cada um foi medido antes de criar. Nove ja existiam com outro nome, tres ja estavam cobertos por um atalho maior, e os onze restantes atendem tabelas tao pequenas que o banco le tudo de uma vez, mais rapido do que usaria o atalho. Nenhum foi criado.
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Nenhum atalho novo foi criado: a lista fecha com medicao, e nao com mudanca no banco.
A verificacao automatica que compara o banco real com o codigo passa a reconhecer atalho pelo formato, e nao so pelo nome. Nove itens da lista eram o mesmo atalho com outro nome, criados por versoes diferentes ao longo do tempo.
Fica registrado que, se o modulo de guincho crescer, a hora de criar atalho e quando existir uma consulta lenta medida.
Fonte: Em 2026-09-19 o time removeu quatro atalhos que ninguem usava e o banco caiu de 2489 para 2248 MB. Criar atalho sem uso nao e neutro: ocupa espaco e torna cada gravacao mais lenta. Por isso a lista foi medida em vez de aplicada -- inclusive com o plano de execucao real do banco no caso mais promissor, que mostrou ganho de 0,2% e nenhuma leitura de disco economizada.
Dar partida com o aplicativo aberto não dispara mais alarme falso de pressão
Ao dar a partida, o aplicativo podia mostrar o rail "em falha" em vermelho por alguns segundos, e até interromper a fala do Jarvis. Não era o carro: era a pressão lida com o motor ainda parado sendo julgada como se o motor já estivesse girando.
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Cada leitura de pressão passa a guardar se o motor estava ligado ou desligado quando foi feita. Se o estado mudou desde então, o aplicativo espera a leitura nova em vez de julgar a antiga.
A proteção deixa de depender de o aplicativo estar aberto no instante da partida. Antes, quem abria o aplicativo junto com o carro ficava sem proteção nenhuma.
Some o alarme vermelho de falha logo após a partida, que além de aparecer na tela interrompia a fala do Jarvis.
Fonte: Visto no carro do dono da oficina em 2026-09-20: logo após a partida o cartão mostrou 5,1 bar como falha, e 32 segundos depois marcava 50,2 bar normal. Os 5,1 eram a pressão da bomba de baixa com o motor parado. Uma proteção contra isso já existia, mas só funcionava quando o aplicativo estava aberto no momento exato da partida, e falhava justamente quando ele acabava de ser aberto.
Abrir, editar e excluir Ordem de Serviço passa a valer só dentro da própria oficina
Quem tinha acesso a uma oficina conseguia abrir uma O.S. dentro de outra oficina. As telas já não mostravam as O.S. alheias, então a criação indevida passava despercebida. De quebra, a regra que autorizava abrir O.S. estava quebrada para contas criadas de março de 2026 em diante.
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Abrir O.S. passa a exigir vínculo ativo com a oficina da O.S. Antes bastava ser administrador de qualquer oficina.
Editar O.S. passa a valer só para quem é da oficina dona da O.S.
Excluir O.S. continua sendo de dono e administrador, agora apenas na própria oficina.
Correção de um bloqueio silencioso: a regra que autorizava abrir O.S. comparava dois identificadores de tipos diferentes e falhava para toda conta criada de março de 2026 em diante. Um funcionário novo sem cargo de administrador não conseguiria abrir O.S. nem na própria oficina.
Nada muda para quem trabalha na oficina: abrir, editar e excluir O.S. da casa seguem iguais, no site e no aplicativo.
Fica registrado, para a próxima correção, que os sintomas anotados na O.S. ainda são visíveis e editáveis entre oficinas.
Fonte: Medido no banco de produção em 2026-09-20: 40 O.S. em duas oficinas, 33 delas de uma só. Ensaio da correção no próprio banco, desfeito ao final: antes, o mecânico, o administrador e o dono da outra oficina conseguiram abrir O.S. na oficina vizinha; depois, os três são recusados, e todos continuam abrindo normalmente na sua. A leitura já era isolada e foi conferida: cada pessoa enxerga apenas as O.S. da própria oficina, nenhuma da vizinha.
O aviso de pressão com o motor parado mandava procurar defeito na peça errada
Com o motor parado, o cartão dizia "não segura" e a tela de calibragem mandava suspeitar de bico, regulador ou retorno. Nada disso: sem rotação o compressor de alta não é acionado, e quem está sendo medido é a bomba de baixa, que é elétrica. O texto passa a apontar a bomba certa.
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Com o motor parado, o cartão passa a dizer "baixa ok" e "baixa fraca" em vez de "segurando" e "não segura". Segurar e vazar descrevem pressão presa no rail, que não é o que esse sensor mostra com o motor parado.
Na tela de calibragem, o campo passa a se chamar "Bomba de baixa, com o motor parado", e a explicação diz que pressão baixa ali aponta a própria bomba de baixa, e não vazamento no rail.
As mensagens de erro da tela deixam de falar em pressão residual e passam a falar em bomba de baixa.
Sai da tela uma frase que dizia que 3 bar é pressão normal de trabalho em injeção indireta, porque 3 bar virou o mínimo aceito em outro contexto e as duas coisas apareciam lado a lado.
Uma verificação automática passa a impedir a volta do texto antigo: os avisos de motor parado precisam citar a bomba de baixa e não podem falar em segurar nem vazar.
Fonte: Explicado pelo dono da oficina em 2026-09-20 e válido para carro turbo de injeção direta em geral, não só para o carro dele. O diagnóstico antigo foi escrito por engano ao implementar o recurso mais cedo no mesmo dia, entendendo que se tratava de pressão presa no rail.
O mínimo de pressão com o motor parado passa a ser o da bomba elétrica
Com o motor desligado quem entrega pressão é a bomba de baixa, que é elétrica e trabalha entre 4 e 6 bar. O mínimo aceito nesse veículo passou para 4 bar. Os valores com o motor girando não mudam.
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O mínimo com o motor parado passa de 3 para 4 bar nesse veículo, que é onde a bomba elétrica de baixa deixa de entregar o normal.
Os valores com o motor girando continuam os mesmos: acima de 45 em marcha lenta, até 128 em giro alto, defeito abaixo de 40.
O ajuste vale só para esse carro; o catálogo geral de motores não foi tocado.
Fica registrado o que ainda não tem onde ser guardado: o teto de 6 bar com o motor parado. Pressão de baixa acima disso indica regulador que não alivia, e hoje o aplicativo não teria como avisar.
Fonte: Modelo completo descrito pelo dono da oficina em 2026-09-20, depois de acompanhar o próprio carro na tela: sem rotação, bomba elétrica de baixa entre 4 e 6 bar, abaixo de 4 é defeito; com o motor girando, acima de 45 em marcha lenta, até 128 em giro alto, e abaixo de 40 já é compressor do rail fraco. Medido no carro com o motor parado: 5,3 e 5,1 bar, os dois dentro da faixa normal.
O banco volta a recusar dado impossivel no guincho e nas fotos da O.S.
Havia doze regras de integridade que o codigo declarava e o banco de producao nunca recebeu: foto de O.S. que continuava existindo depois de a O.S. sumir, guincho apontando para motorista que nao existe mais, e listas de valores (tipo de guincho, capacidade, situacao de cobranca) que na pratica aceitavam qualquer texto. Agora o banco recusa.
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Apagar uma O.S. passa a levar junto as fotos dela, como ja acontecia com itens, pagamentos, anexos e checklist. Antes a foto ficava para tras apontando para o nada.
Guincho, motorista, veiculo de guincho, tabela de preco e historico passam a ficar presos a oficina e ao motorista de verdade: nao da mais para gravar um vinculo que nao existe.
Tipo de guincho, capacidade, situacao de cobranca e forma de despacho passam a aceitar somente os valores previstos.
Apagar uma sessao de diagnostico continua funcionando: o guincho ligado a ela apenas perde o vinculo, em vez de impedir a exclusao.
Cinco regras da lista original nao entraram: quatro ja existiam no banco com outro nome, e uma repetia o que o proprio tipo da coluna ja garante.
Fonte: Levantado na conferencia entre o banco de producao e o banco montado a partir do codigo. Antes de aplicar, cada regra foi medida no proprio banco de producao: nenhuma linha existente as violava, e cada caminho do sistema que grava nessas colunas foi conferido um a um, para nao passar a recusar algo que a oficina faz hoje.
Com o motor parado, o aviso de pressão passa a cobrar o valor certo
Com o motor desligado, o sensor de pressão de combustível desse carro não mostra o rail de alta: mostra a bomba de baixa, porque sem rotação o compressor de alta não é acionado. O valor mínimo aceito com o motor parado subiu de 2 para 3 bar.
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O mínimo com o motor parado passa de 2 para 3 bar nesse veículo. Os valores de motor girando não mudam.
O ajuste vale só para esse carro; o catálogo geral de motores não foi tocado.
Com esse piso sobram mais de 2 bar de folga em relação ao que o carro mede hoje.
Fonte: Explicado pelo dono da oficina em 2026-09-20, olhando a tela do próprio carro com o motor parado: 5,1 bar sem rotação é a pressão da bomba de baixa, e abaixo de 3 bar sem rotação já é defeito. Corrige um número informado mais cedo no mesmo dia, antes de o carro estar na frente. Medido nesse carro: 5,3 e 5,1 bar com o motor parado.
O aviso de pressão do rail deixa de aparecer com o carro em marcha lenta
Com o motor ligado e parado, o cartão de pressão do rail ficava laranja o tempo todo. Não era a bomba: a pressão medida no carro em marcha lenta é um pouco menor que o mínimo informado, porque aquele mínimo descreve o motor sob carga. O mínimo desse carro foi ajustado de 48 para 45 bar.
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O mínimo da faixa de trabalho desse veículo passa de 48 para 45 bar. Os outros valores não mudam.
O ajuste vale só para esse carro. O catálogo geral de motores não foi tocado, e nenhuma outra oficina é afetada.
A calibragem desse carro passa a constar como própria da oficina, e não mais como herdada do catálogo. Era o que faltava para os números medidos ficarem presos ao veículo.
A folga ficou estreita e vale saber: a menor pressão medida foi 47,1 bar, então sobram 2,1 bar. Se o aviso voltar numa manhã fria, o próximo passo é o aplicativo deixar de julgar a faixa de trabalho com o motor em marcha lenta.
Fonte: Medido no próprio carro em 2026-09-20, com a multimídia lendo a central: quatro leituras em marcha lenta deram 47,1, 47,2, 47,7 e 47,7 bar enquanto o motor esquentava de 72 para 79 graus. Variação de 0,6 bar em 90 segundos indica bomba trabalhando bem, pressão firme no alvo. Ajuste autorizado pelo dono da oficina.
Volta o jeito de apagar a música que está tocando, agora em um botão só
Quando o player de música subiu para a coluna do centro da tela, o menu de ações ficou para trás: ele só existia no player em faixa larga. Com isso sumiu o caminho para apagar a música atual. Agora há um botão de lixeira ao lado do "próxima", que resolve em um toque.
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Botão de apagar a música atual, em vermelho, ao lado do botão de próxima faixa. É um toque, em vez de abrir menu e procurar a opção.
O botão só aparece quando existe arquivo local para apagar. Em rádio e podcast não há o que apagar, e botão que não faz nada ensina a desconfiar do resto da tela.
Continua pedindo confirmação antes de apagar, que é o que torna aceitável um botão desses ao lado do de trocar de música.
No player em faixa larga, o menu completo continua como estava.
Os botões da linha passam a ser dimensionados por conta, e não por um número fixo: com o quarto botão a linha estourava a largura da coluna por poucos pontos. O tamanho mínimo de alvo de toque foi mantido.
Fonte: Percebido pelo dono da oficina em 2026-09-20, olhando a multimídia do carro: os três pontinhos onde ele apagava as músicas não estavam mais lá. A função de apagar nunca foi perdida e continuava coberta por teste; o que sumiu foi o caminho até ela. Nenhum teste reclamou porque todos montavam o player largo, e o da coluna do centro nunca foi medido na largura que ele tem de verdade.
A fila de comandos do carro passa a ser só da oficina dona do veículo
Qualquer pessoa com acesso ao sistema podia ver, enfileirar, alterar e até apagar comandos enviados ao carro de outra oficina. A fila agora é presa ao veículo: só quem atende aquele carro, ou o próprio dono dele, pode mexer.
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Ver, enviar, atualizar e apagar comando do carro passa a exigir que o veículo seja da sua oficina, ou que você seja o dono dele.
Apagar comando da fila passa a ser de gerente para cima, dentro da própria oficina. Nenhuma tela do sistema usava essa ação.
Um comando já enviado não pode mais ser redirecionado para o carro de outra oficina.
Nada muda para quem atende o carro: o painel de diagnóstico ao vivo, o envio de comando e a resposta do aplicativo dentro do veículo continuam iguais.
A leitura do catálogo de sintomas voltou a respeitar a oficina: o catálogo comum continua visível para todos, e sintoma criado por uma oficina fica só com ela.
Duas verificações automáticas passam a barrar a volta do problema, e uma correção de permissão de função pendente da mesma rodada entrou junto.
Fonte: Medido no banco de produção em 2026-09-20: as quatro regras de acesso da fila começavam por "quem está logado", o que vale para qualquer uma das 112 contas, e a regra de apagar era só isso. Ensaio da correção no próprio banco, desfeito ao final: o dono da oficina vizinha deixa de ver os 20 comandos do carro alheio e deixa de conseguir enfileirar, alterar ou apagar; o mecânico da oficina dona continua vendo e operando os mesmos 20. As 12 sessões reais do aplicativo dentro dos carros foram conferidas uma a uma: nenhuma perde acesso.
Cinco funcoes do banco respondiam a quem nem esta logado
Cinco rotinas internas do banco podiam ser chamadas por um visitante sem sessao. Nenhuma delas entrega dado de oficina -- sao apoios de bastidor, como o gatilho que impede apontar um carro para a calibragem de outra oficina --, mas tambem nenhuma precisava estar aberta. Foram fechadas, e as verificacoes automaticas do banco passaram a fechar verdes inteiras pela primeira vez.
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Cinco funcoes internas deixam de responder a quem nao tem sessao. Quem usa o sistema logado nao perde nada: o acesso de cada uma foi medido antes e depois.
A busca do Inbox do WhatsApp e o reconhecimento do "SAIR" do cliente continuam funcionando -- os dois caminhos foram checados um a um, porque fecha-los demais quebraria a tela em vez de protege-la.
A lista de descadastros do WhatsApp passa a ser consultada de forma mais barata: a checagem de quem esta perguntando era refeita a cada linha da tabela e agora acontece uma vez por consulta.
A lista de falhas ja reconhecidas do veiculo era filtrada duas vezes por leitura, com a mesma regra. Passa a ser uma vez -- mesma permissao, metade do custo, e quem sente e a tela da partida.
Uma correcao de dados feita ontem impedia montar o banco do zero a partir do codigo; passa a funcionar de novo.
Fonte: As verificacoes automaticas do banco (pgTAP) cobravam isso havia semanas e ficavam vermelhas, mas ninguem sabia dizer o que o vermelho media, porque o banco de testes nao era copia do banco real. Depois que ele virou copia fiel, as seis falhas puderam ser medidas uma a uma no banco, cada correcao testada e depois conferida por uma segunda revisao que tentou derruba-la.
As pressões medidas em um carro deixam de valer como especificação de fábrica do motor
As pressões de rail medidas em um C4 específico tinham sido gravadas também no catálogo geral de motores, que todas as oficinas leem. Elas voltaram para onde deviam estar: na calibragem daquele carro. O catálogo volta a dizer apenas o que vale para qualquer motor daquele tipo.
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O motor THP do catálogo geral volta a ter a mesma pressão mínima de repouso dos outros sete motores turbo e diesel, e volta a não ter faixa de trabalho medida.
A calibragem do C4 fica intacta, com as pressões que o dono mediu naquele carro.
Motor do catálogo sem faixa medida volta a mostrar a pressão sem dar veredito quando o motor está girando. Número sem julgamento é mais honesto que julgamento emprestado de outro carro.
A gravação passa a identificar o motor pelo identificador, e nunca pelo nome: foi casar por nome que misturou o carro de um com o catálogo de todos.
Fonte: Defeito introduzido mais cedo no mesmo dia: a gravação casou os perfis pelo NOME do motor, e com isso pegou junto a linha do catálogo geral. Conferido no banco antes de corrigir: nenhum veículo usava a linha do catálogo, então nenhuma oficina chegou a receber diagnóstico com número emprestado. A correção é preventiva.
A oficina passa a ajustar as pressões do rail de cada carro, sem mexer nos carros dos outros
Até agora só dá para o Jarvis avaliar a pressão do rail de um motor: o C4, cujos números foram digitados direto no banco. Agora existe uma aba no diagnóstico do veículo onde a oficina informa as pressões medidas naquele carro. O que for salvo vale só para aquele veículo: o catálogo de fábrica não muda, e nenhuma outra oficina é afetada.
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Nova aba "Rail de alta" no diagnóstico do veículo, com os cinco valores: pressão mínima com o motor parado, mínimo e máximo da faixa de trabalho, pressão de bomba fraca e pressão de falha.
Ao salvar pela primeira vez, o carro ganha uma cópia particular do motor. Os números passam a valer só para aquela placa, e o catálogo de fábrica continua intacto para as outras oficinas.
A tela diz o tempo todo o que você está vendo: selo "Valores de fábrica" enquanto o carro usa o catálogo, e "Calibragem desta oficina" depois que ele ganha os números próprios.
Uma chave liga e desliga "este motor tem rail de alta pressão". Desligada, o aplicativo deixa de dar qualquer veredito de pressão para o carro, que é o certo em motor de injeção indireta.
Os quatro valores da faixa de trabalho são tudo ou nada: ou os quatro preenchidos, ou os quatro em branco. Com parte deles o aplicativo daria meio diagnóstico, e meio diagnóstico parece medido.
Valores fora de ordem são barrados antes de chegar ao banco, com a explicação de qual par está errado e os números digitados. Antes, um erro desses devolveria o texto técnico do banco na tela.
Se o banco recusar por permissão, a mensagem explica em português que falta permissão, em vez de mostrar instruções internas do sistema.
Salvamento que não grava nada deixa de aparecer como sucesso. Antes, uma recusa silenciosa por permissão poderia ser confundida com "salvo".
Fonte: Pedido do dono da oficina em 2026-09-20: "a questão de ter no WEB e poder ir ajustando para outros carros ou modelos". A tela ficou no veículo, e não no catálogo de perfis de motor, porque a separação por dono no banco se faz a partir de um VEÍCULO: é o único lugar da web que tem placa e motor juntos. Não foi possível conferir a tela renderizada, porque ela fica atrás de login; o que foi conferido foram os testes automatizados e a compilação.
O banco de testes nao era copia fiel do banco de producao
Quem monta uma copia do sistema a partir do codigo recebia um banco com 532 diferencas em relacao ao que roda de verdade: regras de acesso, tipos de coluna de dinheiro, contas que o banco faz sozinho e telas que se atualizam sem recarregar. Nada mudou para quem usa o sistema hoje -- o que mudou foi o codigo passar a descrever o banco real.
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As regras de acesso por oficina que so existiam no banco de producao passam a existir tambem no codigo: 100 regras, com o texto exato de producao.
Valores de dinheiro passam a ter duas casas decimais no banco de testes, como ja tinham em producao. Antes um teste aceitava centavo quebrado onde a producao arredonda.
Subtotal de item da O.S., tempo de apontamento e compatibilidade do scanner voltam a ser contas que o banco faz sozinho, como em producao.
Sete telas que se atualizam sozinhas -- O.S., guincho, comandos do veiculo, leituras e telemetria -- voltam a ser avisadas de mudanca no banco de testes.
As cinco telas de relatorio passam a respeitar o isolamento por oficina em qualquer copia do sistema. Em producao ja respeitavam.
Uma verificacao automatica passa a comparar os dois bancos objeto a objeto e falha se voltarem a divergir.
Fonte: Medido em 2026-09-20 comparando o banco de producao com o banco recriado a partir do codigo. O comando que o time usava para conferir se os dois estavam iguais compara a lista de atualizacoes aplicadas, nao o resultado delas: por isso ele dizia "iguais" havia meses enquanto 532 objetos diferiam.
O teste de pressão do rail com o motor desligado dizia que estava tudo bem quando não estava
Ao desligar o motor, o aplicativo continuava usando a pressão que tinha sido medida com o motor girando, e comparava esse número com o limite de motor parado. Resultado: dizia "segurando" num carro que já tinha perdido toda a pressão. E na partida fazia o contrário, acusando "em falha" toda vez. Além da correção, a pressão do rail passa a ser lida bem mais rápido.
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Quando o motor liga ou desliga, a pressão medida no estado anterior é descartada em vez de reaproveitada. Até chegar uma leitura nova, o cartão fica sem veredito, que é a resposta honesta.
Some o falso "segurando" ao desligar o motor, que era o pior deles: acontecia justamente no teste de pressão residual, que é o motivo principal de olhar o rail.
Some também o alarme falso de "em falha" na partida, que além de aparecer na tela interrompia a fala do Jarvis.
Em carro com injeção direta, a pressão do rail passa a ser lida na metade do tempo de antes, o tempo todo, sem tirar velocidade do quadro de pressão do turbo.
Com o motor recém-desligado, a pressão passa a ser lida a cada 4 segundos por dois minutos, em vez de a cada 53. É a janela em que o teste de residual acontece, e com o motor parado não existe pressão de turbo para atrapalhar.
Carro sem injeção direta não muda em nada: continua exatamente com a velocidade de leitura de antes, para não gastar tempo do aparelho procurando um sensor que aquele motor não tem.
O cartão Rail parava de aparecer por alguns segundos a cada volta de leitura, porque o valor era considerado velho antes de ser lido de novo. Agora ele fica na tela.
Motor perto de ferver continua tendo preferência sobre tudo, inclusive sobre a pressão do rail. Motor superaquecido estraga o cabeçote em minutos; bomba fraca deixa o carro parado.
Carro frio e com o motor desligado deixa de segurar a preferência só para acompanhar a temperatura subir. Esse é exatamente o carro que acabou de chegar na oficina, que é a hora de testar o rail.
Fonte: Reproduzido no tablet de testes em 2026-09-20 com o simulador: motor a 800 giros com o rail em 90 bar; ao cortar a ignição e derrubar a pressão real para 1 bar no mesmo instante, o cartão afirmou "Rail segurando 90.0 bar" por cem segundos antes de mudar para "nao segura 1.0 bar". A causa é a diferença de idade entre as duas leituras: a rotação vem pelo caminho rápido e a pressão vem do rodízio lento, com até 45 segundos de atraso. Os dois defeitos existiam sem depender de velocidade nenhuma.
O aviso de pressão baixa no rail chegava cortado pela metade na tela
O cartão Rail mostrava "abaixo do no..." em vez de dizer o que estava acontecendo. O aviso cabe em uma linha só, e o texto passava do espaço. Aviso pela metade não serve para nada, então os textos foram encurtados para caberem inteiros.
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O aviso de pressão abaixo do normal passa a caber inteiro no cartão.
Uma verificação automática passa a impedir que isso volte: nenhum aviso novo do rail pode passar do tamanho que já se mediu que cabe na tela.
Os avisos de pressão passam a ficar escritos em um lugar só, junto com a própria decisão. Antes a tela tinha a sua própria cópia dos textos, e duas cópias acabam discordando.
Fonte: Visto no tablet de testes em 2026-09-20, com o simulador em 45 bar: o cartão saiu "Rail abaixo do no... 45.0 bar". Os outros dois avisos, "bomba fraca" e "em falha", já cabiam e apareceram inteiros. É a segunda vez que um aviso chega cortado nessa mesma tela; da primeira foi o do alternador, que saiu como "alternador nao carre...".
Cada oficina passa a enxergar somente as pessoas que são dela
O cadastro de pessoas era legível por inteiro para qualquer oficina: quem tinha acesso a uma delas via as 112 contas do sistema, com os CPFs, endereços e telefones de clientes de outras oficinas. Agora cada nome só aparece para quem tem relação com ele — equipe, cliente vinculado, dono de veículo atendido ou cliente de O.S.
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O cadastro de uma pessoa só aparece para a oficina que tem relação com ela: faz parte da equipe, é cliente vinculado, é dono de um veículo atendido lá ou aparece em uma O.S. daquela oficina.
Cada pessoa continua vendo o próprio cadastro, e cada oficina continua vendo a própria equipe e os próprios clientes. As telas de busca e cadastro de cliente não mudam: elas já filtravam pela oficina.
A conta de suporte da plataforma segue com acesso completo, porque é ela que atende as oficinas.
No painel de WhatsApp, uma mensagem de número desconhecido que pertença a cliente de outra oficina deixa de exibir o nome real da pessoa. O número continua aparecendo, e o nome volta assim que o contato for vinculado à oficina.
Apagar cadastro de pessoa deixa de ser permitido entre oficinas: continua sendo ação de administrador, agora só dentro da própria casa. Na prática nenhuma exclusão desse tipo chegou a acontecer, porque o banco já recusava exclusão definitiva nessa tabela.
Uma verificação automática passa a barrar a volta do problema: a regra de acesso a pessoas não pode mais se apoiar em "quem consulta tem vínculo com alguma oficina", que é uma pergunta sobre quem lê e não sobre o registro lido.
Fonte: Medido no banco de produção em 2026-09-20 simulando o acesso dos 7 vínculos ativos: todos os 7 enxergavam 112 de 112 contas, inclusive os mecânicos, que nem administradores são. Dentro dessas linhas havia 32 CPFs, 36 endereços e 87 telefones. Ensaio da correção no próprio banco, desfeito ao final: a You Auto Car passa de 112 para 67 contas e a Auto 7 Car de 112 para 12, cada uma vendo apenas a sua carteira. Conferido nos dois sentidos, com duas oficinas de teste: nenhuma alcança o CPF da outra.
O Jarvis passa a avisar quando a bomba de alta pressão está fraca, antes de o motorista sentir
O cartão Rail mostrava só o número da pressão, e quem não sabe de cor a faixa daquele motor não tinha como julgar. Agora ele avisa nos dois estados: com o motor parado, quando o rail não segura pressão; e com o motor girando, quando a bomba de alta perde força. O aviso da bomba fraca chega antes de o motorista sentir a falta de força.
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Com o motor parado, o cartão Rail avisa quando o sistema não segura pressão. Pressão que despenca com o motor desligado aponta vazamento de bico, de regulador ou retorno pela bomba de baixa, e é dos poucos testes que o scanner faz sozinho, sem manômetro e sem desmontar nada.
Com o motor girando, o cartão passa a separar quatro situações em vez de mostrar só o número: pressão normal, abaixo do normal, bomba fraca e bomba em falha.
O aviso de abaixo do normal é o preventivo: chega enquanto o motorista ainda não sente nada. Por isso ele não interrompe o que o Jarvis estiver falando, ao contrário do aviso de falha.
Cada motor é julgado pelos limites do próprio perfil, e nunca pelos de outro. Motor cuja faixa ninguém mediu ainda continua mostrando o número sem dar veredito: número sem julgamento é mais honesto que julgamento emprestado.
Motor que não tem rail de alta pressão não recebe alerta nenhum. Sem isso, todo carro de injeção indireta ficaria com alerta permanente, porque nele 3 bar é a pressão normal de trabalho.
Leitura quebrada não vira diagnóstico: pressão negativa ou absurda é descartada em vez de virar bomba em falha.
O cartão de Tensão volta a abrir a tela Bateria e Alternador. Ele tinha ganhado o atalho na semana, mas a tela não abria: voltava para o próprio Jarvis.
Os limites do rail ficam gravados no perfil do motor. A tela para ajustá-los pela web, oficina por oficina, ainda vai ser feita.
Fonte: Pedido do dono da oficina em 2026-09-20, com a medição do carro dele: no C4, a pressão de trabalho vai de 48 a 128 bar, em 40 bar já está perdendo força, em 35 bar já dá erro, e com o motor parado abaixo de 2 bar já é defeito. A medição de oficina foi usada no lugar da pressão que a central comanda, porque não depende de o motor publicar esse dado. Os limites ficam gravados no perfil de motor, um por motor. Não foi conferido no carro ainda: até agora só passou nos testes automatizados.
Contas criadas de março em diante voltam a enxergar os dados da própria oficina
Quem entrou no sistema a partir de 1º de março de 2026 caía fora das regras de acesso do banco e via telas vazias, sem mensagem de erro nenhuma. O dono da Auto 7 Car não conseguia nem cadastrar um contato no CRM da própria oficina. Foram corrigidas 49 regras de acesso, um verificador de vínculo e três rotinas que preenchem a oficina automaticamente.
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As telas que apareciam vazias voltam a mostrar os dados da oficina para contas criadas de março de 2026 em diante: testes de peça, CRM, diagnósticos, sessões, telemetria, viagens e eventos de O.S.
O dono da Auto 7 Car volta a poder criar contatos no CRM da própria oficina. Antes o banco recusava a gravação, e a tela não explicava o motivo.
Nada muda para quem já usava o sistema normalmente: as contas antigas continuam com exatamente o mesmo acesso, nem um registro a mais nem a menos.
Uma oficina continua sem ver dados da outra. Isso foi conferido registro a registro, nos dois sentidos, antes e depois da correção.
Sintomas, fatos de diagnóstico e sessões criados por contas novas passam a nascer com a oficina certa. Antes nasceriam sem dono e cairiam no catálogo comum, visíveis para todas as oficinas.
Uma conta de teste criada por script em 31/03/2026, que tinha vínculo de administrador na You Auto Car, teve o vínculo desativado. Ela já enxergava os 945 eventos de O.S. da oficina e passaria a enxergar o resto com a correção.
Uma verificação automática passa a barrar a volta do problema: nenhuma regra de acesso nova pode comparar o vínculo de oficina com o identificador de login sem passar pelo tradutor do sistema.
Fonte: Medido no banco de produção em 2026-09-20: das 112 contas, as 13 criadas até 28/02/2026 funcionavam e as 99 posteriores não. Simulando o acesso do dono da Auto 7 Car, o verificador de vínculo respondia "não é membro" e a criação de contato no CRM da própria oficina era recusada pelo banco. Ensaio da correção no próprio banco, desfeito ao final: as 5 contas antigas continuam vendo exatamente os mesmos 121 testes de peça, 945 eventos de O.S. e 54 veículos, e a Auto 7 Car passa a enxergar os seus 9 veículos sem alcançar nenhum dos 45 da You Auto Car.
Os botões de WhatsApp da O.S. voltam a funcionar, e passam a enviar pela oficina dona da O.S.
Na tela da O.S., "Enviar WhatsApp", "PDF WhatsApp" e "Enviar link de aprovação" davam "Empresa não encontrada" e não enviavam nada. Eles procuravam a empresa pelo cadastro de quem estava logado, em vez de usar a empresa da própria O.S.
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Os três botões passam a enviar pela empresa que é dona da O.S. aberta na tela. Antes eles perguntavam "de qual oficina é quem está logado?", e essa pergunta tinha duas respostas erradas.
A primeira resposta errada travava a conta da oficina com "Empresa não encontrada", mesmo com o acesso ativo e com o WhatsApp conectado. Isso atingia qualquer conta criada de março de 2026 em diante.
A segunda resposta errada aparecia para quem atende mais de uma oficina: abrindo a O.S. de uma delas, a mensagem saía pelo WhatsApp da outra — e o servidor recusava o envio. Agora a oficina da O.S. é a única que vale.
Quando a O.S. não tem oficina vinculada, o envio é recusado com aviso na tela, em vez de o sistema escolher uma por conta própria.
Fonte: Relatado pelo dono da Auto 7 Car em 2026-09-20: os dois botões davam erro na conta da oficina. No banco, a Auto 7 Car nunca conseguiu enviar uma única mensagem, por nenhum dos seus dois acessos.