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O Jarvis passa a comentar quando você estica a marcha — e a avisar quando o motor ainda está frio para isso

Além do aviso de rotação alta demais, que já existe, o Jarvis agora reconhece quando você está aproveitando o motor dentro do seguro. E quando isso acontece com o motor ainda frio, ele troca o comentário por um conselho.

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  • Com o motor quente e a rotação alta dentro do seguro, o Jarvis faz um comentário, com o tom que você escolheu nos ajustes de voz.
  • Com o motor ainda frio, ele avisa que esticar assim desgasta e sugere esperar a temperatura de trabalho. Esse aviso sai sempre em tom sério, mesmo para quem escolheu o Jarvis mais brincalhão: desgaste não vira piada.
  • O ponto de partida acompanha o motor. Num motor que corta em 6000 giros, esticar começa em 3300; num diesel que corta em 4500, começa em 2475.
  • Ele comenta uma vez quando você entra na faixa, e não a cada leitura. Entre um comentário e outro há um intervalo de doze minutos.
  • O comentário nunca interrompe o que o Jarvis estiver dizendo, e nunca passa na frente de um alerta.
  • Acima do limite seguro o comentário some e quem fala é o aviso de rotação alta. Os dois nunca falam ao mesmo tempo.

Fonte: Pedido do dono da oficina em 2026-09-20. O ponto em que "esticar a marcha" começa é proporcional ao motor daquele carro: 55% da rotação de corte.

A temperatura deixa de demorar quase um minuto para atualizar

O aplicativo lê um sensor de cada vez pelo conector do carro, e metade dessas leituras ia para a pressão do turbo. A temperatura só voltava a ser lida a cada 52 segundos. Agora ela ganha a vez quando importa, e atualiza a cada 4.

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  • Enquanto o motor está aquecendo, a temperatura passa a ser lida a cada 4 segundos, e não a cada 52. É durante o aquecimento que faz diferença acompanhar a subida.
  • Perto do limite de atenção do motor, a leitura também acelera — começando cinco graus antes do limite, para o acompanhamento de perto começar antes do problema.
  • Com o motor estável na temperatura de trabalho, nada muda: a água de arrefecimento não esfria nem esquenta de repente, e a pressão do turbo continua com a prioridade que precisa.
  • O limite é o do motor daquele carro. 92 graus é temperatura normal num motor turbo a gasolina e já pede acompanhamento de perto num diesel.
  • Enquanto a temperatura está sendo acompanhada de perto, a pressão do turbo passa a atualizar mais devagar. É troca proposital: ninguém observa o turbo enquanto o motor está esquentando demais.

Fonte: Medido em 2026-09-20 a partir do relato do dono da oficina de que a temperatura demorava demais. A conta saiu do próprio rodízio de leitura: 13 sensores, uma leitura a cada 2,2 segundos, metade delas reservada à pressão do turbo.

O Jarvis passa a avisar por voz quando o giro passa do seguro daquele motor

O aplicativo já comparava a rotação com o limite do motor, mas o aviso morria antes de chegar ao motorista. Agora ele fala — e o limite é o do motor daquele carro, não um número médio.

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  • Acima do limite seguro do motor, o Jarvis avisa por voz, dizendo qual é o limite daquele carro. É desgaste, não quebra, então ele não interrompe o que estiver falando.
  • Na zona vermelha, o aviso interrompe e pede para aliviar o pé.
  • O limite vem do perfil do motor. O mesmo giro pode ser passeio num carro e zona vermelha em outro: 4600 giros é normal no C4 e é corte num 3.0 diesel.
  • Ele fala quando o estado muda, e não a cada leitura. O tempo de espera entre avisos é curto de propósito, porque o giro sobe e desce rápido e o segundo aviso costuma ser o que importa.
  • Marcha lenta e motor desligado não geram aviso nenhum.

Fonte: Pergunta do dono da oficina em 2026-09-20. Limites lidos do banco: o motor do Citroën C4 declara 5800 giros como seguro e 6000 como corte; um 3.0 diesel declara 4000 e 4500.

O painel de TPMS mostrava pressão de horas atrás com os sensores transmitindo

As quatro rodas ficavam paradas em "Cache há 40 min", marcando 0,0 PSI, enquanto os sensores anunciavam normalmente ali do lado. Tirar a bateria do sensor antigo não resolvia. Agora o painel mostra a leitura do pacote que acabou de chegar.

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  • Quando dois sensores começam com o mesmo código, o painel passa a mostrar o que transmitiu por último, e não o primeiro que estiver na memória.
  • Leitura guardada na memória vale até 24 horas. Antes ela podia vencer o sensor que está transmitindo agora, e era por isso que tirar a bateria do sensor antigo não adiantava.
  • O registro técnico passa a avisar quando um ID gravado corresponde a mais de um sensor, para a oficina saber que aquele código curto não identifica um sensor sozinho.
  • A sincronização do perfil do veículo ganhou prazo. Sem ele, uma consulta travada na internet deixava o TPMS preso no cache até o aplicativo ser reaberto, sem nenhum aviso na tela.

Fonte: Bancada iBar no tablet de QA em 2026-09-20. Os quatro sensores chegavam ao aplicativo com 34,7 PSI e verificação de integridade correta, e mesmo assim o painel repetia uma leitura de 40 minutos antes, com 0,0 PSI. O ID gravado nas rodas era o código curto de 6 dígitos, e ele correspondia tanto aos sensores do carro guardados na memória do aplicativo quanto aos da bancada.

O Jarvis passa a avisar por voz quando o alternador para de carregar

Ele já falava de temperatura, código de falha, pneu e velocidade, mas ficava calado sobre a bateria. É justamente o aviso em que a voz mais importa: o carro está andando, o motorista não está olhando a tela, e alternador sem carga termina em parar na estrada.

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  • Com o motor ligado e a tensão abaixo do mínimo de carga, o Jarvis fala que o alternador não está carregando e que o carro está andando com a bateria.
  • Também avisa por voz em caso de sobrecarga do alternador e de bateria descarregada, e esses dois interrompem o que ele estiver dizendo.
  • A volta ao normal também é anunciada, para o motorista saber que passou, mas sem interromper nada.
  • Ele fala quando o estado muda, e não a cada leitura. A leitura chega várias vezes por segundo, e repetir o mesmo aviso ensina o motorista a ignorar o Jarvis — e aí o aviso seguinte, o que importa, passa junto.
  • Quando o aplicativo ainda não sabe se o motor está girando, ele não fala nada sobre a bateria. A mesma tensão significa coisas opostas com o motor ligado e desligado.
  • A pronúncia das falas foi corrigida: 219 frases ganharam a acentuação correta do português. O corretor interno já ajustava algumas palavras na hora de falar, mas conhecia só uma parte delas — palavras como café, código, automático e distância saíam com a sílaba forte no lugar errado.

Fonte: Pedido do dono da oficina em 2026-09-20, depois de ver o aviso acender na tela e perguntar por que não era falado. A pronúncia foi medida contra o corretor interno de fala: ele conhecia 36 palavras, e das 111 acentuadas nesta correção, 91 estavam fora dele.

A tela ao vivo passa a dizer o que a tensão significa, e não só o número

O aplicativo já sabia reconhecer alternador que parou de carregar, mas não tinha onde dizer isso na tela ao vivo: o cartão de Tensão mostrava o número cru, com a mesma cor para 11,2 V e para 14,2 V. Agora ele dá o veredito ao lado do número, com os limites do perfil daquele motor.

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  • Com o motor girando e a tensão abaixo do mínimo de carga, o cartão passa a dizer "alternador nao carrega" e fica destacado, em vez de mostrar só o número.
  • Acima do limite de sobrecarga com o motor girando, o cartão avisa "sobrecarga no alternador".
  • Abaixo do piso crítico do perfil, avisa "bateria descarregada", com o motor ligado ou desligado.
  • Com o motor desligado, a comparação é com a tensão de repouso: 12,4 V deixa de parecer problema, e abaixo do repouso esperado o cartão avisa que a bateria está fraca.
  • Quando o aplicativo ainda não tem a rotação, o cartão mostra o número e não dá veredito nenhum. Sem saber se o motor está girando, o mesmo número significa coisas opostas, e chutar seria pior que calar.
  • Ferramenta interna: o build local para o aparelho de QA passa a ter script proprio, que injeta as credenciais e calcula o numero de versao. Montar esse comando a mao gerava um aplicativo que instalava e fechava sozinho na abertura.

Fonte: Descoberto no tablet de QA em 2026-09-20, com a correção anterior já instalada: a tela mostrava 11,2 V com 2415 rpm e continuava muda. O cartão "Mecanico" ao lado também não ajudava, porque ele conta códigos de falha e não avalia bateria. Limites do perfil THP, do banco: carga 13,5 V, repouso 12,0 V, piso crítico 11,0 V, sobrecarga 15,0 V.

O aplicativo passa a saber a diferença entre bateria fraca e alternador que parou de carregar

A mesma tensão significa coisas opostas com o motor girando e com o motor parado, e o aplicativo não olhava isso. O resultado aparecia dos dois lados: alternador que deixou de carregar era dado como saudável, e bateria boa era acusada de fraca só porque o scanner foi plugado com a chave em contato.

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  • Com o motor girando, a tensão passa a ser comparada com o mínimo de carga do perfil daquele motor. Abaixo disso o aviso diz o que está acontecendo: o alternador não está carregando.
  • Com o motor desligado, a comparação passa a ser com a tensão de repouso. Uma bateria sadia deixa de ser acusada de fraca quando o scanner é plugado só com a chave em contato.
  • O alternador não é mais avaliado com o motor desligado. Antes o aplicativo dizia que o sistema de carga estava saudável sem o alternador nunca ter girado, e isso entrava no laudo como se tivesse sido verificado.
  • Abaixo do piso crítico do perfil, a bateria passa a ser marcada como falha, e não como aviso. Nessa faixa ela não gira o motor de partida.
  • O aviso passa a dizer contra qual limite julgou e em que estado o motor estava, para o mecânico poder conferir em vez de ter que confiar.

Fonte: Medido no Citroën C4 Lounge 2013 a 110 km/h e 2552 rpm, com 11,2 V no painel: o aplicativo escrevia "11.2 V (Saudável)". Os limites usados são os do perfil de motor desse carro, lidos do banco em 2026-09-20: mínimo de carga 13,5 V, repouso 12,0 V, piso crítico 11,0 V. Nos registros de produção, 147 de 373 avisos e 14 de 15 alertas críticos de bateria haviam sido emitidos com o motor parado, além das três únicas críticas de alternador da história do sistema.

O topo da tela ao vivo deixa de mostrar nome de peça interna

A tela ao vivo é usada por quem está dentro do carro, não por quem fez o aplicativo. O topo dela mostrava, embaixo do nome, de qual peça do sistema vinham os números — "Scanner tecnico", "Dashboard Classic BT", "Simulador OBD interno". Isso não ajuda a dirigir nem a entender o carro, e saiu.

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  • O título da tela ao vivo passa a ser apenas "Jarvis".
  • A segunda linha do topo, que dizia de qual parte do sistema vinham as leituras, foi removida. Eram seis nomes internos diferentes, todos escritos para quem desenvolve o aplicativo.
  • O aviso de que os dados são de demonstração continua aparecendo: ele fica no selo "DEMO" da barra, que acende em amarelo. Nenhum aviso foi perdido com a remoção da linha.
  • O botão que abre a tela ainda se chama "Abrir Jarvis Vivo", em outras telas do aplicativo. Só o topo desta tela mudou.

Fonte: Pedido do dono da oficina a partir de uma foto da tela em uso no carro, em 2026-09-20. Conferido que o aviso de dado de demonstração não se perdeu junto.

Os testes do servidor deixam de depender de alguém lembrar deles

A verificação automática do servidor rodava 2 dos 27 arquivos de teste que existem, porque a lista era escrita à mão. Os outros 25 nunca rodavam, e um teste novo nascia sem efeito até alguém acrescentá-lo à lista. Agora os arquivos são descobertos sozinhos.

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  • A verificação automática passa a encontrar sozinha todo arquivo de teste do servidor, em vez de seguir uma lista escrita à mão. São 182 verificações por rodada, contra as poucas dezenas de antes.
  • Entram na conta as 10 verificações que guardam a escolha entre as duas inteligências artificiais usadas no diagnóstico — a principal e a reserva. Essa decisão não tinha nenhuma proteção automática até hoje.
  • Um arquivo de teste tinha ficado para trás de uma mudança anterior e não compilava mais. Corrigido; as 21 verificações dele voltaram a rodar.
  • Correção de documentação interna: o guia de criação de funções do servidor descrevia uma trava de segurança que nenhuma das 35 funções usava e que, aplicada como estava escrita, não teria efeito. O texto passa a descrever o que realmente protege essas funções.

Fonte: Contagem e execução dos 27 arquivos em 2026-09-20: 26 já passavam sem ninguém executá-los e 1 não compilava. Depois da correção, 27 de 27 passam, com 182 verificações. O gate foi confrontado com um teste quebrado de propósito e reprovou, como deveria.

O Jarvis deixa de pedir ao mecânico a medição que o próprio aplicativo já fez

O aplicativo já media a onda das duas sondas e mandava o resultado junto da pergunta, mas o servidor que conversa com a inteligência artificial descartava esse dado sem avisar ninguém. O Jarvis respondia sem saber o que o scanner acabara de medir e, por isso, pedia ao mecânico exatamente aquilo que já estava medido. Agora o dado chega.

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  • O Jarvis passa a receber a lista do que o aplicativo já mediu e não pede mais ao mecânico a onda da sonda, a faixa de tensão ou a amplitude que o scanner acabou de registrar. O pedido de medição fica para o que exige bancada, multímetro ou inspeção física.
  • Quando um dos lados da sonda não respondeu, o Jarvis continua podendo pedir a medição daquele lado. Sai da lista de pedidos apenas o que foi medido de verdade.
  • O aplicativo já enviava esse dado desde a versão 1.2.73+218. Quem descartava era o servidor, e a correção é só no servidor: nenhuma atualização do aplicativo é necessária.
  • A resposta de uma pergunta já feita continua guardada por 6 horas. Uma falha analisada no mesmo veículo pouco antes desta publicação pode devolver a resposta antiga, ainda pedindo a medição, até esse prazo passar.
  • Correção técnica no servidor: o identificador que liga o registro do aplicativo ao registro do servidor passa a ser aceito nesta consulta. Sem ele, o rastro de uma pergunta feita pelo navegador ficava partido pela metade.

Fonte: Comparação do código publicado no servidor com o código do repositório (o campo aparecia no aplicativo e não existia no servidor) e leitura dos registros de produção das últimas 24 horas: 15 consultas, todas respondidas, nenhuma falha. Publicado e conferido em 2026-09-20.

1.2.73+218

O aplicativo passa a medir a sonda no ritmo dela quando há motivo

A leitura normal das sondas é lenta demais para avaliar se elas estão trabalhando. Agora, ao abrir uma O.S. com pré-scan ou ao encontrar um código de sonda ou catalisador, o aplicativo faz uma medição rápida de alguns segundos e guarda o resultado junto do laudo.

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  • Ao salvar o pré-scan de uma O.S., o aplicativo mede as duas sondas por alguns segundos e guarda o resultado dentro do laudo. Antes o pré-scan registrava a sonda com a leitura lenta, que faz sonda saudável parecer parada.
  • Ao encontrar um código de sonda, mistura ou catalisador, a mesma medição acontece automaticamente — tanto na tela de falhas quanto no acompanhamento em tempo real, que é o que roda com o carro andando.
  • A medição acontece uma vez por conjunto de códigos, e não a cada releitura do mesmo código.
  • Códigos que a forma da onda não ajuda a diagnosticar — falha de ignição, câmbio, freios — não disparam a medição, para não ocupar a comunicação com o veículo sem necessidade.
  • O laudo passa a registrar se a medição foi rápida o bastante para as contagens valerem, em vez de apresentar número sem contexto.

Fonte: Medição em carro real (Citroën C4 Lounge 2013, motor a 96 graus) e validação em bancada com simulador e tablet, em 2026-09-19 e 2026-09-20.

O aplicativo acusava a sonda saudavel e ficava calado sobre a travada

A leitura das sondas de oxigênio era feita a cada 8 a 15 segundos. Nesse ritmo, até uma sonda perfeita parece parada, e o aplicativo concluia que ela estava lenta. Pior: por causa desse engano, ele deixava de avisar sobre a outra sonda, que estava realmente sem responder. Agora existe um gráfico ao vivo das duas.

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  • Nova tela "Sondas ao Vivo", no Scanner Avançado: mostra o gráfico das duas sondas de oxigênio lado a lado, lendo continuamente para que a forma da onda apareça. É a forma da onda que diz se a sonda está trabalhando, não o número isolado.
  • O gráfico usa escala fixa e marca a linha de troca de mistura. Escala automática faria uma sonda travada, variando três milésimos de volt, parecer tão ativa quanto uma sonda saudável.
  • Ao lado de cada gráfico o aplicativo descreve o que está vendo e o que se espera daquela sonda — sem concluir defeito, porque quem decide é o mecânico.
  • O diagnóstico automático parou de acusar sonda lenta com base numa contagem que a velocidade de leitura não permite fazer. Quando a leitura é lenta demais, ele passa a usar só a medida que continua válida: o quanto a sonda variou.
  • O aviso sobre a sonda pós-catalisador parada deixou de depender dessa contagem. Era por isso que ele nunca aparecia: o erro numa sonda cegava o aplicativo para a outra.
  • A mesma leitura deixou de ser contada várias vezes. O ciclo de leitura reentregava o mesmo valor, o que enchia a janela de análise de repetições e descartava medidas antigas de verdade.

Fonte: Medição em carro real: Citroën C4 Lounge 2013, motor a 96 graus em marcha lenta, lendo as duas sondas a cada 150 milissegundos pelo console, em 2026-09-19.

O aplicativo avisava que havia algo errado sem dizer o que era

O painel do scanner acendia um aviso de falha com a frase "existe algo pedindo atenção", e a lista de falhas ao lado aparecia vazia. As duas coisas estavam certas: o alerta vinha de uma análise de sensor, não de um código de falha — e o aplicativo guardava a explicação completa sem nunca mostrá-la.

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  • O aviso passa a dizer o que foi encontrado. No lugar de "existe algo pedindo atenção", aparece a própria constatação — por exemplo "sonda pré lenta". Quando há mais de uma, mostra a primeira e informa quantas faltam.
  • As falhas passam a mostrar de onde vieram. O veículo guarda falhas em três grupos: as que ele confirmou, as que viu uma vez e ainda não confirmou, e as que não saem por scanner. Antes tudo aparecia junto e em vermelho, do mesmo jeito.
  • Falha ainda não confirmada pelo veículo deixa de ser pintada como confirmada. Isso evita trocar peça por uma leitura que o próprio carro ainda não confirmou — caso clássico do código de catalisador, que costuma aparecer e sumir.
  • O contador deixa de somar coisas diferentes: em vez de "3 falhas detectadas", agora diz quantas são confirmadas e quantas são apenas indícios.
  • O botão "Pendentes" passa a mostrar as pendentes. Antes ele lia as pendentes no veículo e devolvia a lista inteira na tela, misturada com as demais.
  • O aviso de conexão do adaptador deixou de usar laranja. Laranja no painel de um carro significa defeito, e ali a cor falava apenas do Bluetooth — o veículo podia estar perfeito.
  • Monitoramento ligado e aguardando deixou de ser anunciado como "conectando". Antes bastava o serviço estar ligado para a tela dizer que estava tentando conectar, sem prazo para sair desse estado.

Fonte: Relato do Owner com foto da tela da multimídia e leitura dos registros de produção, em 2026-09-19, num Citroën C4 Lounge 2013 com o motor em marcha lenta.

O carro tinha duas centrais respondendo, e o aplicativo ouvia as duas como se fossem uma

Ao perguntar ao veículo quais falhas existem, o aplicativo recebia resposta de mais de uma central e juntava tudo sem anotar quem tinha respondido. O resultado: qualquer falha aparecia como se fosse do motor. Uma varredura feita hoje em carro real mostrou a segunda central e como conversar com ela.

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  • O Console OBD ganhou uma receita que pergunta ao carro, em difusão e com o cabeçalho ligado, quantas centrais atendem. Foi ela que revelou a segunda central deste carro.
  • Ganhou também receitas que conversam só com a segunda central: perguntam quais leituras ela oferece, se ela tem falha própria e qual a versão de software dela.
  • A segunda central respondeu que não tem falha registrada, nem confirmada nem pendente. Ela sempre pôde responder isso; nunca tinha sido perguntada.
  • A varredura que procura centrais por endereço de fabricante foi refeita com o comando no formato correto. O resultado não mudou, e agora está apoiado numa pergunta bem formada.
  • O catálogo passou a registrar, por escrito, que neste carro não existe direção elétrica nem sensor de pressão dos pneus de fábrica — para que a ausência de resposta desses dois não seja lida como defeito na próxima vez.
  • O console deixou de pedir confirmação para um comando que não altera nada no veículo — ele apenas avisa que o equipamento continua conectado. Uma varredura chegava a pedir cinco confirmações seguidas, e confirmar em série sem ler é o que faz a proteção perder valor quando ela aparecer para apagar falhas de verdade.
  • Testes novos impedem que a receita volte a perguntar sem o cabeçalho ligado, que é o que apagava a identidade de quem respondeu.

Fonte: Medição em carro real: Citroën C4 Lounge 2013 com motor em marcha lenta, adaptador OBDLink MX+, em 2026-09-19.

A varredura de conforto de Ford e GM perguntava ao motor e chamava de carroceria

Para ler os módulos de conforto da Ford e de carroceria da GM, o aplicativo trocava para o barramento errado — o mesmo do motor — e apresentava o resultado como se fosse a outra rede. A documentação do fabricante do adaptador mostra os números corretos, e eles são outros.

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  • A rede de conforto da Ford passa a usar o barramento correto, nos pinos 3 e 11 do conector. Antes o aplicativo trocava para um número que é o barramento do motor, nos pinos 6 e 14 — e apresentava a resposta do motor como se fosse dos módulos de conforto.
  • A rede de carroceria da GM passa a usar o barramento de fio único, no pino 1. Tinha o mesmo problema.
  • Os números agora ficam num só lugar, com a citação do manual ao lado de cada um, e um teste impede que voltem a apontar para o barramento do motor.
  • Nada disso exige cabo especial: o adaptador tem o circuito de cada rede por dentro e troca por comando. O que muda são os pinos do conector que ele passa a usar.

Fonte: Manual de referência e programação do OBDLink, revisão F, páginas 33-34, consultado em 2026-09-19 depois que o Owner perguntou se havia documentação do OBDLink MX+ que ajudasse.

As falhas de ABS, airbag e rede eram lidas e jogadas fora antes de aparecer

O aplicativo descartava todo código que não fosse do motor, em silêncio, mesmo com adaptador profissional. Em 29 sessões de diagnóstico, 100% dos códigos registrados eram do motor — não porque os carros só respondiam isso, mas porque o resto era descartado antes de chegar à tela.

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  • Com adaptador que monta ISO-TP em hardware (OBDLink/STN, VLinker), os códigos de carroceria, chassi e rede passam a aparecer. O aplicativo já identificava esses adaptadores, mas essa informação nunca chegava à leitura de falhas.
  • Com adaptador genérico o descarte continua, e por um bom motivo: clone de ELM327 inventa código, e mostrar uma falha de ABS que não existe faz trocar peça à toa.
  • Quando um código é descartado, isso passa a ficar registrado com o código e o motivo. Antes o descarte era mudo, e "nenhuma falha de ABS" ficava indistinguível de "havia falha de ABS e ela foi jogada fora".
  • A explicação separa duas coisas que se confundiam: o carro não ter a falha, e este adaptador não conseguir garantir que ela veio do carro.

Fonte: Auditoria das funções de scanner pedida pelo Owner em 2026-09-19, quando perguntou se o sistema já consegue ler outros módulos do carro.

O pre-scan da O.S. dizia que o carro não suporta o que nunca perguntou

Toda O.S. registrava que o veículo não suporta monitores de prontidão, freeze frame e testes internos da central — com a justificativa de que o adaptador não permite. Nada disso tinha sido medido: os três valores nunca eram lidos, e o texto vinha de um padrão fixo. Agora eles são lidos de verdade a cada pre-scan.

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  • Os monitores de prontidão passam a ser lidos no pre-scan e no post-scan. São eles que dizem se o carro passa na inspeção — e limpar falhas zera esses monitores, então registrá-los antes da limpeza é o que permite provar depois em que estado o veículo chegou.
  • O freeze frame, a foto do instante em que a falha ocorreu, passa a ser lido e guardado na ordem de serviço.
  • Os testes internos da central (Modo 06) também passam a ser lidos. São eles que mostram catalisador e sonda se degradando antes de a luz acender.
  • Quando algum dos três não puder ser lido, a ordem de serviço passa a distinguir o motivo: não foi perguntado, a central não respondeu, não há quadro guardado, ou a leitura falhou. Antes tudo virava "não suportado".

Fonte: Auditoria das funções de scanner pedida pelo Owner em 2026-09-19. Os leitores dos três já existiam e funcionavam no Centro OBD; o pre/post-scan apenas nunca os chamava.

Limpar falhas pedia para o mecânico jurar, e depois o desmentia

Para limpar DTC o aplicativo pedia que se confirmasse "existe O.S., sessão salva e pre-scan registrado" e um motivo técnico. Só depois de tudo preenchido ele conferia e recusava, dizendo que faltava o pre-scan — que ele já sabia faltar antes de a pessoa começar a digitar. E a recusa não levava ao botão que resolve, em outra seção da tela e com outro nome.

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  • A confirmação passa a declarar apenas o que só a pessoa pode conferir — ignição ligada, motor desligado, scanner comunicando. O que o aplicativo verifica sozinho ele deixou de exigir como juramento.
  • Quando a limpeza é recusada por falta de pre-scan, a própria mensagem traz o botão "Salvar pre-scan" e fica mais tempo na tela. Antes ela avisava e deixava a pessoa procurar.
  • A recusa passa a ficar registrada também no aparelho, com o motivo. Antes ela existia apenas no servidor: quem estava com o carro na frente não tinha como descobrir por que não limpava.
  • O motivo de cada exigência passou a ser dito em vez de pressuposto: o pre-scan é a única prova do que havia antes, porque limpar apaga o código, o freeze frame e os monitores de emissão.

Fonte: Relatado pelo Owner em 2026-09-19 ("e muita burocracia para deletar DTC qual o motivo") e medido no banco: 17 recusas gravadas em diagnostic_workflow_events, nenhum pre-scan existente no banco inteiro, e nenhuma limpeza jamais executada em carro real (as duas anteriores, de 22/07, foram no simulador).

1.2.72+217

Três portas por onde a viagem de zero quilômetro ainda entrava

A regra nova diz que viagem é movimento, e os testes estavam verdes. Uma revisão linha a linha do próprio código achou três caminhos por onde o carro parado ainda conseguia abrir viagem, e um quarto em que o aplicativo dava um motivo errado para o suporte. Todos corrigidos e presos por teste.

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  • Uma viagem que não saiu do lugar deixa de entrar no histórico como viagem concluída. A regra de descarte exigia que a sessão fosse curta em distância E em tempo ao mesmo tempo, então o carro parado por horas escapava: no C4 do próprio dono, uma sessão de 1h28 gravou 6.915 pontos para nove metros — e nove metros que nem eram deslocamento, e sim o GPS recalculando a posição uma única vez. Agora quem decide é a distância: tempo parado não transforma parado em viagem. Três viagens de menos de cem metros já tinham entrado assim.
  • A última posição conhecida do GPS era carimbada com a hora atual. Uma posição de ontem, gravada quando o carro chegou em casa a 40 km/h, passava por leitura fresca e abria viagem com o carro imóvel na garagem. Agora vale a hora em que a posição foi medida, e um relógio adiantado não gera crédito de frescor.
  • Precisão de GPS igual a zero era tratada como a melhor precisão possível. Nenhum receptor mede posição com erro zero: quando um aparelho devolve zero, ele está dizendo que não sabe. A leitura mais ruidosa deixou de passar por leitura perfeita.
  • Quando nem o carro nem o GPS respondem a velocidade, o aplicativo dizia "carro parado". Passou a dizer que não há fonte de velocidade. A diferença importa para quem procura o problema: um sintoma some quando o carro anda, o outro só some quando o aparelho volta a medir.
  • O painel de suporte passa a mostrar uma linha "Gravação de viagem" com o motivo em português e as velocidades que embasaram a decisão. O motivo já era registrado, mas o painel lia apenas quatro informações fixas e continuava mudo — quem abrisse a tela para descobrir por que a viagem não gravou não encontrava a resposta.
  • O motivo era dado como publicado antes de o aplicativo saber se o diagnóstico de suporte estava ligado. Como ele começa desligado, o motivo era consumido no vazio e nunca mais reaparecia depois que o suporte era ligado — o painel ficava mudo justamente na hora em que alguém foi procurar a resposta.

Fonte: Revisão adversarial do commit do dia em 2026-09-19: 33 achados, 15 sobreviveram a três céticos independentes cada. Estes quatro foram conferidos no código e reproduzidos antes da correção.

Quando a viagem não é gravada, o aplicativo agora diz por quê

O tablet de testes mostrava 113 km/h ao vivo e não criava viagem nenhuma. Descobrir o motivo levou uma investigação inteira — e o motivo era simples e correto: ele estava no simulador interno, que não gera viagem de propósito, para não lançar quilometragem que nunca existiu no histórico do carro. O aplicativo só não dizia isso em lugar nenhum. Agora diz.

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  • A decisão de gravar viagem passa a registrar o motivo no diagnóstico de suporte: se a viagem não começou, o relatório mostra se foi porque o carro está parado, porque a gravação automática está desligada, porque nenhum veículo está selecionado, porque não há leitura do carro, ou porque o adaptador é o simulador interno.
  • O simulador interno continua sem gerar viagem — isso está certo e não mudou. O que mudou é que ele deixa de fazer isso em silêncio.
  • Na tela de ajustes, a opção "Gravar Viagem Automático" dizia que iniciava a gravação "ao conectar no carro". Isso descrevia a regra antiga e ficou incorreto quando a viagem passou a começar pelo movimento. Agora o texto diz o que o aplicativo realmente faz: grava quando o carro anda e, parado, não grava.
  • A decisão saiu de dentro do painel e virou regra própria, com teste que prende cada motivo pelo nome. Antes ela era uma sequência de onze saídas silenciosas, e qualquer uma delas significava apenas: hoje não tem viagem.

Fonte: Medido em 2026-09-19 com o tablet de QA (SM-X236B) conectado e mostrando 113 km/h ao vivo: nenhuma viagem era criada. Agrupando trip_sessions por aparelho, o tablet nao aparece uma unica vez, enquanto cinco outros aparelhos aparecem. A causa era o simulador interno, barrado de proposito e sem nenhum aviso.