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O resultado da varredura do Mecânico Virtual podia sumir ao fechar a sessão

Quando a sessão do scanner era encerrada enquanto a varredura ainda rodava, o resultado dela não era gravado — e o app não avisava. O banco passa a aceitar esse resumo como anexo da sessão já encerrada, por até 30 minutos.

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  • O resumo da varredura do Mecânico Virtual passa a ser gravado mesmo quando a sessão do scanner foi encerrada no meio dela. Antes, nesse caso, o resultado se perdia sem aviso.
  • A sessão encerrada continua congelada no que importa: nada do laudo muda depois do fim, nenhuma informação já registrada pode ser apagada, e a única coisa que ainda entra é o resumo — por até 30 minutos.
  • Essa janela de 30 minutos não é nova: é a mesma que os resultados de cada checagem já tinham desde junho. As duas partes do prontuário passam a seguir a mesma regra, em vez de uma aceitar e a outra recusar.
  • O envio periódico de leituras ao vivo parou de tentar escrever em sessão já encerrada. Era uma tentativa por minuto, cada uma recusada pelo banco, com a tela aberta e ninguém vendo.
  • Leitura que ficou guardada no aparelho por falta de internet também parou de insistir em sessão encerrada quando a primeira tentativa falhava.
  • As falhas que restarem passam a aparecer no registro com o número da sessão e o motivo. Antes ficavam num nível de registro que não sai da versão publicada, e foi por isso que uma falha de centenas de vezes por dia atravessou meses sem ninguém ver.
  • Ainda não está resolvido: o resultado de cada checagem individual continua sendo recusado pelo banco. Ficou medido que a permissão está correta — o app está mandando o resultado para uma sessão antiga, encerrada muito tempo antes. O app passa a registrar de qual sessão se trata, na primeira varredura que a oficina rodar.

Fonte: Encontrado nos registros de produção das 24 horas anteriores a 2026-09-18: o pedido que grava a sessão de diagnóstico voltou com erro 246 vezes, todas na regra que congela a sessão encerrada.

Defeito de chassi aparecia como defeito de motor

Em carros que respondem pelo protocolo mais antigo, um defeito de freios, de carroceria ou de rede podia chegar à tela como um código de motor que o veículo nunca reportou.

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  • O código passa a sair com a letra que a central mandou: freios, carroceria e rede deixam de ser reescritos como motor.
  • O encaixe dos bytes da resposta passa a ser escolhido conferindo se a mensagem inteira fecha. Antes, era escolhido o encaixe que produzisse um código de motor — e era isso que fazia o encaixe errado ganhar.
  • Carro com um defeito de motor e um de chassi ao mesmo tempo passa a mostrar os dois; antes o de chassi sumia.
  • Nas telas que mostram só o motor nada aparece a mais: a diferença é que o que elas deixam de fora agora é um defeito real de outro sistema, e não um código de motor inventado.
  • Em carros de protocolo comum (CAN), que é a maioria da frota, nada muda — o caminho corrigido é o dos veículos de linha antiga.
  • Ainda falta confirmar em veículo real de linha antiga; a correção foi medida reproduzindo em bancada as respostas que a central envia.
  • A medição antes/depois e o que ela ainda não prova ficaram registradas no caderno de auditoria, junto da regra que passa a valer para toda leitura de falha: o encaixe dos bytes nunca se escolhe pela letra do código.

Fonte: Encontrado em 2026-09-17 durante a varredura da leitura de falhas, registrado como risco e corrigido em 2026-09-18: a resposta que a central envia para um defeito de freios voltava como um código de motor.

Enchimento de mensagem virava um defeito inventado na tela

Ao ler as falhas da central, os bytes de preenchimento que fecham a mensagem podiam ser interpretados como um defeito — aparecendo um código de chassi inexistente ao lado do código verdadeiro.

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  • Duas tabelas internas de controle passam a declarar no banco que não são expostas pela API — nada muda no acesso, apenas a decisão fica escrita.
  • Um par inteiro de preenchimento deixa de virar código. Antes, só o preenchimento com zeros era reconhecido; o outro tipo, igualmente comum, escapava.
  • O código verdadeiro continua sendo lido normalmente, inclusive quando termina com o mesmo valor usado como preenchimento.
  • Encontrado relendo a própria correção da leitura de falhas feita horas antes, na mesma noite.

Fonte: Revisão do código escrito em 2026-09-17: o quadro de teste com preenchimento alternativo devolvia o código certo e um inventado junto.

Gravações que falhavam sem avisar ninguém

Três caminhos do app tentavam gravar no servidor, eram recusados, e engoliam o erro sem registrar nada. Nos logs de produção das últimas 24 horas isso deu mais de 500 tentativas perdidas.

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  • Encerrar um diagnóstico já encerrado deixa de ser um erro e passa a ser um nada acontecer — eram 246 falhas por dia, porque o servidor não permite alterar um diagnóstico finalizado.
  • A análise de IA deixa de tentar gravar quando o app ainda não sabe a qual oficina o atendimento pertence: eram 66 tentativas recusadas por dia, todas perdidas de qualquer jeito.
  • Toda falha desse tipo passa a ficar registrada no aplicativo, inclusive na versão publicada. Antes o registro só existia na versão de desenvolvimento, e por isso três meses de falhas passaram sem ninguém ver.

Fonte: Encontrado em 2026-09-17 lendo os registros de erro do servidor das últimas 24 horas.

Alertas em tempo real na web paravam de se registrar

Ao trocar de tela, a escuta de eventos ao vivo tentava se registrar num canal que já estava aberto e falhava. O canal antigo ficava para trás sem ninguém para fechá-lo, e cada troca de tela deixava mais um.

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  • A escuta ao vivo passa a descartar um canal homônimo esquecido antes de abrir o novo. Vale para todas as telas que usam tempo real: alertas, notificações, inbox do WhatsApp, mapa de guincho, ordens de serviço e presença de veículos.
  • O aviso de falha crítica na recepção da oficina volta a se registrar de forma confiável.
  • Validado no navegador: antes, 72 erros no console e canais acumulados; depois, nenhum erro e exatamente um canal por tela, todos conectados.

Fonte: Encontrado em 2026-09-17 abrindo o console da web e navegando entre Frota e Perfis de Motor.

Carro com um único defeito mostrava o código errado

Quando a central relatava exatamente uma falha da família P01xx, o app exibia outro código — e às vezes um código de chassi que nem existe. Com duas ou mais falhas, a leitura sempre esteve correta, e foi por isso que o problema passou despercebido.

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  • P0171 (mistura pobre) aparecia como "C3100". P0128 (termostato) aparecia como "P2800". Agora aparecem corretos.
  • A família afetada é justamente a mais vista na oficina: medidor de fluxo de ar, sensor de temperatura, borboleta, sondas lambda e ajustes de combustível.
  • Leituras com duas ou mais falhas, com ou sem contador da central, continuam exatamente como estavam.
  • Medido na bancada com o OBDLink MX+ no simulador, comparando o que trafega na linha com o que a tela mostrava.

Fonte: Encontrado em 2026-09-17 injetando falhas no simulador: o simulador informava P0171 e a tela do tablet mostrava C3100.

O afinador de leitura recua um degrau, e não até o mais lento

Ao começar a busca pelo ritmo que o carro já tinha ensinado, uma única leitura ruim fazia o app desistir e usar o ritmo mais lento pelo resto da sessão — pulando os ritmos intermediários que aquele mesmo carro já havia aprovado.

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  • Se o ritmo lembrado não responder bem hoje, o app recua um degrau em vez de ir ao mais lento de uma vez.
  • É seguro pelo mesmo motivo que permite começar pelo ritmo lembrado: para o carro ter chegado lá antes, todos os ritmos mais lentos já passaram no teste.
  • O app passa a registrar em que ritmo começou e em que ritmo terminou, o que dá ao suporte como conferir isso em campo.

Fonte: Encontrado na bancada em 2026-09-17 com o OBDLink MX+: duas conexões seguidas no mesmo simulador terminaram em ritmos diferentes, mostrando que o ritmo varia de sessão para sessão.

Os ajustes do app voltaram a sincronizar

Desde 16/09 às 20h36, nenhuma preferência do aplicativo chegava ao servidor. A correção que fez a escolha de tema sobreviver à nuvem passou a enviar um campo novo, e o servidor recusava o perfil inteiro por causa dele — em silêncio, sem nada aparecer na tela.

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  • O servidor passa a reconhecer o modo de tema (automático, claro ou escuro), e o envio de preferências volta a ser aceito.
  • Tudo que estava travado junto volta a subir: unidades de medida, voz e Jarvis, monitoramento, notificações e navegação automática.
  • A porta não ficou aberta: um campo desconhecido continua sendo recusado, como antes.
  • Validado no tablet — antes da correção, toda abertura do app registrava a recusa; depois, o perfil subiu com o tema "automático" preservado.

Fonte: Encontrado em 2026-09-17 no log do tablet, e confirmado no banco: a última gravação de preferências era de 16/09 às 20h36, e nenhum perfil jamais chegou com o campo de tema.

O monitoramento em segundo plano volta sozinho depois do diagnóstico

Abrir o painel de diagnóstico pausa o monitoramento contínuo de propósito — os dois não cabem no mesmo adaptador. Só que ninguém o religava depois: ele ficava desligado em silêncio, enquanto a chave em Ajustes continuava marcada como ligada.

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  • Ao encerrar a conexão do diagnóstico, o monitoramento contínuo volta sozinho para quem o tinha ligado.
  • Voltar ao app também religa, como rede de segurança.
  • Quem desligou o monitoramento não o vê voltar: a retomada respeita a escolha em Ajustes, não sobe um segundo serviço em cima do que já roda, e nunca disputa o adaptador com uma tela ao vivo.

Fonte: Investigação de 2026-09-17 sobre o monitoramento que aparecia ligado sem estar lendo nada.

Leitura mais rápida nos carros que ainda não têm ficha técnica

Quase todos os veículos cadastrados ainda não têm ficha de central eletrônica. Sem ela, o app esperava 300 ms entre cada leitura — mesmo com um OBDLink MX+, e mesmo enquanto o painel ao vivo lia o mesmo carro a 40 ms no mesmo instante.

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  • Sem ficha de central, o intervalo entre leituras passa a sair do que a conexão já provou: adaptador, protocolo e o teste que o próprio app faz ao conectar.
  • Com OBDLink em CAN, uma leitura completa de motor deixa de gastar cerca de um segundo e meio só em espera.
  • Nada afrouxa sem prova: onde o app não reconheceu o protocolo, o intervalo continua exatamente como era. Se o carro não acompanhar, a conexão volta sozinha ao ritmo conservador, como já fazia.

Fonte: Levantado em 2026-09-17: 52 dos 53 veículos não têm ficha de central, e o intervalo de 300 ms não corresponde a nenhuma linha do catálogo de protocolos.

O app não fica mais preso em "Preparando diagnóstico"

Quando algo falhava na abertura, o app ficava girando nessa tela indefinidamente, sem dizer o que houve nem oferecer saída. O único sinal ficava no log do Android, que a oficina não tem como ler.

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  • Se a abertura falhar, a tela passa a dizer o que aconteceu em português e oferecer "Tentar de novo".
  • O botão só aparece quando repetir tem chance de resolver. Numa instalação incompleta, por exemplo, a tela explica que o aplicativo precisa ser instalado de novo, em vez de oferecer um botão que não muda nada.
  • Se a abertura apenas demorar, depois de 25 segundos a tela para de girar calada e avisa que continua tentando.

Fonte: Encontrado em 2026-09-17 ao validar no tablet: uma instalação sem as chaves do servidor ficou mais de 90 segundos no spinner, sem nenhum sinal na tela.

O carro passa a lembrar o ritmo de leitura que funcionou nele

Em cada conexão com o OBDLink MX+, o app testava cinco ritmos de leitura até achar o mais rápido que aquele carro aguenta — e jogava a resposta fora ao desconectar. No mesmo carro, dez minutos depois, a busca recomeçava do mais lento.

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  • O ritmo que deu certo fica guardado na ficha do veículo. Na conexão seguinte, a busca começa de onde parou em vez de subir a escada inteira de novo.
  • Começar de onde parou não é cravar o valor: se o carro hoje aguentar um ritmo mais rápido, o app continua subindo e aprende o novo.
  • O ritmo é guardado por família de adaptador — o que o MX+ aprendeu não sobrescreve o que outro scanner aprendeu no mesmo carro.
  • Qualquer valor estranho na ficha faz o app simplesmente testar a escada inteira, como antes. Nenhum carro fica sem afinação.

Fonte: Pedido do Owner em 2026-09-17: separar por carro a leitura OBD — comandos, velocidade e sequência — e não o perfil de motor.

No app, um carro com calibragem própria aparecia sem motor escolhido

O seletor de motor do app passou a listar só o catálogo de fábrica, como o da web. Só que um veículo com calibragem particular não encontrava a opção dele na lista, e o campo caía para "Selecione um perfil (Opcional)" — para um carro que tem motor escolhido.

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  • O formulário de veículo passa a mostrar a calibragem particular do próprio carro, junto com o catálogo de fábrica. A calibragem de um veículo continua não sendo oferecida para outro.
  • Sem isso, um toque no seletor apagaria a calibragem do carro sem aviso, porque o campo já aparecia como se nada estivesse escolhido.

Fonte: Defeito encontrado ao validar a separação de perfis no tablet, em 2026-09-17.

A coluna "Em Uso" mentia justamente para quem ia mexer

A tela de Perfis de Motor contava os veículos no próprio navegador, e essa contagem só enxerga a frota da própria oficina. O administrador da segunda oficina lia "Em Uso: 6", achava seguro alterar, e mexia nos 32 veículos que o perfil realmente alcança — em duas oficinas ao mesmo tempo.

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  • A coluna "Em Uso" passa a vir do banco e mostra o alcance real. Quando um perfil atravessa mais de uma oficina, a tela avisa embaixo do número — o Motor Genérico aparece como 32, com "2 oficinas".
  • O aviso é só contagem: nenhuma placa e nenhum cliente da oficina vizinha aparecem.
  • O texto do diálogo de exclusão dizia que os veículos ficariam sem configuração — descrevendo como normal justamente o estrago que agora é impedido. Ele passa a dizer quantos veículos e quantas oficinas dependem do perfil, e que é preciso movê-los antes.
  • O seletor de motor do cadastro de veículo passa a oferecer apenas o catálogo de fábrica, mais a calibragem do próprio carro que está sendo editado. A calibragem de um veículo não é oferecida para outro, o que religaria o compartilhamento em silêncio.
  • Perfis desativados deixam de aparecer no seletor, no app e na web — o filtro existia na consulta de ECU ao lado, mas faltava na de motor.

Fonte: Separação de perfis por veículo, validada na web local contra o banco de produção em 2026-09-17.

Cada oficina passa a poder calibrar o motor de um carro sem mexer nos outros

Os 23 perfis de motor eram uma lista única e global: o Motor Genérico sozinho servia 32 veículos de 15 marcas em duas oficinas, e qualquer administrador podia editar o perfil que a outra oficina usava. Agora o catálogo é de fábrica e cada oficina tira a própria cópia quando precisa ajustar um carro.

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  • Quando alguém ajustar o motor de um veículo, o sistema não altera mais a linha compartilhada: tira uma cópia particular daquela oficina, aponta só aquele carro para a cópia e devolve a linha de fábrica intacta para os demais.
  • A cópia leva junto a ficha técnica inteira - central, protocolos, sensores e regras de alerta. Sem isso o carro ficaria sem perfil técnico e o scanner não abriria sessão.
  • Um veículo não pode mais ser apontado para a calibragem de outra oficina, e a lista de perfis de uma oficina deixa de aparecer para a outra.
  • O dono do carro continua enxergando o perfil do próprio veículo mesmo sem ser da equipe da oficina - são 40 dos 49 veículos cadastrados nessa situação.
  • Fechada uma brecha em que um único comando transformaria o Motor Genérico, usado por 32 veículos de duas oficinas, em propriedade privada de uma delas, deixando a outra sem perfil.
  • Nada foi movido: nenhum veículo mudou de perfil e nenhum campo novo precisa ser preenchido. A primeira cópia só nasce quando alguém calibrar um carro.

Fonte: Separação de perfis por veículo, pedida pelo Owner em 2026-09-17. Testada em Supabase local antes do push.

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O botão Excluir apagava o motor de 32 veículos sem avisar

Levantamento dos Perfis de Motor a pedido do Owner encontrou três caminhos que desligavam a configuração de um veículo em silêncio: o botão Excluir da tela de perfis, o formulário de veículo do app e um cadastro que escolhia o motor sozinho. Nenhum deles dava erro.

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  • O botão Excluir da tela Perfis de Motor apagava o Motor Genérico com sucesso: a chave estrangeira era ON DELETE SET NULL, e a exclusão zerava o motor de 32 veículos, de 2 oficinas, além de apagar em cascata a ECU e 6 regras de alerta. O perfil mais usado era o menos protegido - o THP, com 1 veículo, era barrado por acaso, e o Genérico, com 32, passava liso. Agora o banco recusa excluir um perfil que ainda tem veículo, e a tela explica quantos são e o que fazer antes.
  • A mesma armadilha existia um nível abaixo: apagar um perfil de ECU desligava a ECU e o protocolo detectado do veículo. Protegido do mesmo jeito.
  • A tela dizia "Perfil excluído com sucesso!" mesmo quando nada era excluído. Quando a permissão negava, o banco devolvia zero linhas e nenhum erro, e a mensagem de sucesso aparecia igual. Agora a exclusão é conferida antes de comemorar.
  • No app, editar qualquer dado de um veículo - o quilômetro, por exemplo - apagava a ECU e o protocolo dele. O formulário remonta o veículo do zero e não tem campo de ECU, mas mandava as duas colunas vazias por cima. Atingia o único veículo da base com OBD próprio, e depois disso a sessão do scanner morria com "Perfil técnico não encontrado".
  • O cadastro de veículo já vinha com Motor Genérico escolhido. Quem cadastrava um carro e não abria a lista ficava lá sem saber - é a causa de 32 dos 53 veículos estarem no Genérico. Agora o campo começa vazio e diz a verdade: ninguém escolheu ainda.
  • O Mecânico Virtual procurava um perfil chamado generic_profile_v1, que nunca existiu no banco. Os veículos sem motor escolhido caíam numa cópia embutida no aplicativo em vez da linha do cadastro, e não recebiam nenhuma edição feita no Motor Genérico pela web.

Fonte: Levantamento sobre separação de perfis por veículo, a pedido do Owner em 2026-09-17.

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A tela de mistura tratava todo veículo como se fosse gasolina

A análise de mistura julgava os 23 perfis com os mesmos números, e eles só fazem sentido num motor a gasolina: lambda só era considerado confiável entre 0,70 e 1,30, e um diesel trabalha entre 1,20 e 2,50. Quase toda leitura válida de um diesel era descartada como implausível, e as que passavam eram acusadas de mistura pobre.

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  • Um diesel rodando em lambda 1,80, que é o meio da faixa que ele declara, aparecia como mistura pobre. O limiar era 1,12 fixo, e esse caminho nem checava se a leitura era plausível antes de dar o veredito.
  • A faixa de correção era 6% para atenção, 12% para alto e 20% para crítico, em qualquer motor. O Motor THP Turbo declara ±15% de correção de curto prazo como normal: ele era acusado a 6%, nove pontos dentro da própria faixa. Um diesel, que declara ±5%, só era acusado no dobro do limite dele.
  • Lambda pobre e lambda rica usavam 1,03 e 0,97 fixos - os valores de um perfil só, o Fiat Fire Flex KWP. Nos demais eram apertados demais, e num diesel, absurdos.
  • As barras de STFT, LTFT e da soma iam sempre de -25 a 25 e de -35 a 35, como se as três tivessem o mesmo limite. Agora cada uma vai até o dobro do limite declarado para aquela grandeza naquele motor.
  • A análise de mistura só vale com o motor quente, e o piso era 70 °C fixo. Num diesel, que entra em faixa a 82 °C, a tela dava laudo com o motor ainda frio - e em malha aberta a correção não significa o que a tela dizia.
  • O vácuo alto em marcha lenta e a janela de rotação da lenta, usados para apontar entrada falsa de ar, também saem do cadastro agora.

Fonte: Frente 2 da varredura de limiares fixos, sob autorização do Owner em 2026-09-17.

1.2.72+216

A notificação que vibra o celular avisava na hora errada

O monitoramento em segundo plano é o único caminho do app que interrompe quem está dirigindo, e era o que tinha os limiares mais desalinhados: 105 °C e 11,5 V escritos no código, iguais para todo motor. Ele roda num isolate isolado, sem acesso ao perfil do veículo - e por isso tinha ficado de fora das rodadas anteriores.

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  • Superaquecimento: num diesel, cujo crítico é 100 °C, a notificação só chegava a 105 °C - cinco graus depois de o motor já estar em risco. Num Motor THP Turbo, cujo crítico é 108 °C, ela chegava a 105 °C, três graus dentro da faixa normal, e repetia. Agora sai do Perfil de Motor.
  • O rearme do alerta era 100 °C fixo: num THP rearmava dentro da normalidade e num diesel nunca rearmava antes do próprio crítico. Agora rearma quando a temperatura volta para a faixa saudável do motor.
  • Bateria crítica usava 11,5 V, e a mensagem de alívio Alternador OK vinha a 13,0 V - abaixo do mínimo de carga de todos os perfis menos o elétrico, ou seja, o alívio chegava sem o alternador ter voltado a carregar.
  • Para o alerta em segundo plano poder julgar pelo motor certo, o app passou a guardar a linha do Perfil de Motor junto com o veículo ativo. Ela só é guardada quando confere com o perfil que o veículo declara: offline, um limiar do motor errado seria pior do que nenhum.
  • Um teste novo trava esse caminho: se as duas pontas divergirem sobre onde o perfil fica guardado, o alerta voltaria ao perfil genérico em silêncio, sem nada quebrar.

Fonte: Frente 3 da varredura de limiares fixos, sob autorização do Owner em 2026-09-17.

1.2.72+216

Alternador morto passava por alimentação estável

A tela de Bateria e Alternador julgava a alimentação com quatro números escritos no código - 11,2 / 12,2 / 11,8 / 15,0 V - iguais para os 23 perfis cadastrados, e o pintor da barra usava um quinto conjunto que nem com o texto ao lado batia. O 11,2 não existe em perfil nenhum: os flex declaram 11,0 e os diesel, 11,5.

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  • Com o motor girando, o limite de tensão baixa era 12,2 V - um volt e três décimos abaixo do mínimo de carga que o perfil declara (13,5 V). Uma bateria boa segura 12,6 V por um bom tempo com o alternador morto, e a tela dizia Alimentação estável o tempo todo. Agora o que se cobra com o motor girando é a janela de carga do próprio motor.
  • Tensão crítica usava 11,2 V. Num diesel, cujo piso é 11,5 V, o alerta só vinha depois de a bateria já estar abaixo do que o motor aguenta.
  • Sobretensão usava 15,0 V, certo para 22 perfis e errado para o Fiat Fire Flex KWP, que declara 15,2 V e era acusado de sobrecarga dentro da faixa dele.
  • A barra de tensão ia de 10 a 16 V fixos, escala em que a janela útil do alternador ocupava um quinto do trilho. Agora vai do piso crítico do motor até o ponto de sobrecarga dele.
  • Continuam constantes, de propósito, dois números que não são do motor: a diferença tolerada entre o que o adaptador lê no conector e o que a ECU reporta (mede queda em cabo, não o motor) e os 550 rpm que separam motor girando de motor dando partida - derivar isso do perfil quebraria o híbrido e o elétrico, que declaram marcha lenta zero.

Fonte: Frente 2 da varredura de limiares fixos, sob autorização do Owner em 2026-09-17.

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A tela de Arrefecimento discordava do Jarvis sobre o mesmo motor

Desde a rodada 215 o Jarvis mostra a faixa saudável do perfil cadastrado. A tela de Arrefecimento continuava com uma escala fixa - faixa normal de 70 a 99 °C e gravidade em 100/108/116 °C - para qualquer veículo. As duas telas do mesmo app diziam coisas diferentes sobre a mesma temperatura.

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  • A faixa saudável e os três degraus de gravidade agora saem do Perfil de Motor: acima do fim da faixa normal é elevado, a partir do limite de atenção é alto, a partir do crítico é crítico.
  • No Motor THP Turbo isso dá 105 / 107 / 108 °C; num diesel 3.0, 95 / 96 / 100 °C. Antes eram 100 / 108 / 116 °C para os dois - num diesel a 101 °C a tela dizia elevado enquanto o motor já estava acima do crítico dele.
  • A barra de temperatura ia de 70 a 120 °C fixos. Agora vai do início da faixa saudável ao crítico do próprio motor.
  • O roteiro de testes guiados gerado a partir do scan padrão recebeu os mesmos limites, para não mandar testar ventoinha com a temperatura ainda dentro da faixa do motor.

Fonte: Frente 2 da varredura de limiares fixos, sob autorização do Owner em 2026-09-17.