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O aplicativo gravava o carro parado como se fosse viagem
Conectar no carro abria uma viagem, mesmo com ele parado na garagem — e gravava um ponto de GPS por segundo enquanto estivesse ligado. Medido no carro do próprio dono: 2 horas e 14 minutos parado geraram 10.874 pontos para andar vinte metros, quase sete vezes mais do que uma viagem real de 27 km de outro carro da frota. Agora a viagem só começa quando o carro anda.
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O histórico de viagens do veículo de testes do próprio dono foi apagado do banco, para medir do zero o que o aplicativo grava com a regra nova. Nenhum dado de oficina foi tocado.
A viagem passa a começar pelo movimento, e não pela conexão. Enquanto o carro estiver parado, nenhuma viagem é aberta — é o que dava origem às viagens de zero quilômetro que apareciam no histórico.
Parado no trânsito continua fazendo parte da viagem, mas com um ponto por minuto em vez de um por segundo. O tempo parado continua registrado, sem encher o histórico.
Quem decide se o carro anda passou a ser a central do veículo, e não o maior valor entre ela e o GPS. Parado, o GPS oscila sozinho, e era essa oscilação que virava “movimento” de vinte metros.
Fonte: Relatado pelo Owner em 2026-09-19 (“várias viagens com zero km... por que elas ainda existem no banco?”) e medido nas sessões do Citroën C4: 113 das 129 viagens descartadas tinham zero quilômetro.
A leitura feita antes de escolher a O.S. ficava de fora dela para sempre
Quem conecta o scanner primeiro e só depois escolhe a ordem de serviço — que é como o trabalho acontece — tinha a leitura marcada como avulsa e ela nunca chegava à O.S. Agora, ao escolher a O.S. com a leitura em andamento, ela passa a pertencer àquela ordem. E foi corrigido um segundo motivo, mais silencioso, que impedia o vínculo para quase todos os usuários.
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Escolher a ordem de serviço durante a leitura passa a ligar a leitura a ela. Não é adivinhação: vale só para o mesmo veículo, com a leitura aberta, e para ordem de serviço que ainda aceita alteração. Leitura que já pertence a uma O.S. nunca troca de dono sozinha.
O vínculo entre leitura e ordem de serviço falhava para quase todo mundo. O aplicativo gravava o identificador do login no lugar do identificador do cadastro — e eles só são iguais para 13 dos 112 usuários. Para os outros 99 a gravação era recusada pelo banco e a falha não aparecia em lugar nenhum.
O mesmo identificador errado fazia a busca por leitura em andamento voltar vazia, e o aplicativo abria uma leitura nova em vez de continuar a do mesmo dia.
Fonte: Relatado pelo Owner em 2026-09-18 (“o carro tem DTC e ele não está na O.S.”) e medido no banco em 2026-09-19: das 31 leituras desde maio, 29 nasceram sem O.S.; as duas com falha aconteceram no mesmo dia, no mesmo carro, com uma O.S. aberta do veículo — e ficaram de fora. No mesmo dia, outras duas do mesmo carro entraram normalmente.
Fonte ampliada cortava a linha de telemetria no Jarvis Vivo
Em quem aumenta a fonte do sistema, a barra do topo do Jarvis Vivo não crescia junto: a linha que diz de onde vem a leitura ficava cortada ao meio, com a faixa de erro de layout por cima.
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A barra do topo passa a crescer junto com a fonte escolhida no aparelho. Antes tinha altura fixa, e quem usa fonte ampliada perdia a linha que informa a origem da telemetria — o texto aparecia cortado logo abaixo do título.
Quem usa a fonte no tamanho padrão não vê diferença nenhuma: a barra só ganha altura quando a fonte é ampliada.
Quando a barra cresce, quem cede espaço é o palco do Jarvis, e não o conteúdo — a informação continua inteira na tela.
Vale nos dois arranjos da tela, o do Scanner e o do Ao vivo, e também no celular em pé.
Fonte: Encontrado em 2026-09-19 durante a validação do player de música no tablet de oficina, que está configurado com fonte 30% maior: a tela mostrava a faixa de erro de layout em todas as capturas.
A inteligência artificial pedia ao mecânico um dado que o próprio scanner acabara de medir
Nas recomendações, ela mandava “reportar o sinal e as ondas da sonda lambda” — sendo que o aplicativo é o scanner, já tinha medido isso, e a tela não tem nem onde responder. Agora a onda das sondas viaja em número, e o aplicativo declara em cada análise o que mediu sozinho.
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A regra da análise mudou: pedir dado ao mecânico só vale para o que exige bancada, multímetro, inspeção física ou uma condição que ele precise criar (acelerar até certa rotação, repetir com o motor frio). O que o scanner mede, o scanner informa.
A leitura das sondas passa a ir mais completa para a análise: faixa (mínimo e máximo), amplitude e média, de cada sonda que o carro respondeu. E sonda que não respondeu deixou de viajar como zero — antes ela chegava à análise como se estivesse medida e parada em 0,000 V.
Cada análise agora leva junto a lista do que o aparelho mediu ao vivo naquela rodada — e a lista é montada a partir da leitura real, então ela nunca promete um dado que o carro não respondeu.
Fonte: Relatado pelo Owner em 2026-09-18, no Citroën C4: “quando a IA fala, ela fala assim: me reporte o sinal e as ondas da sonda lambda. Mas o aplicativo não tem uma forma de informar nada, e como ele é o scanner não faz sentido.”
Anexar o mesmo diagnóstico de novo à mesma O.S. falhava para quem não é gerente
Na segunda vez que a mesma leitura era anexada à mesma ordem de serviço, o banco recusava a gravação do vínculo para o perfil de mecânico. A O.S. ficava com os códigos e as notas, mas sem a ligação com a leitura que os gerou — e a tela mostrava erro depois de já ter salvo metade.
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O vínculo entre a ordem de serviço e a leitura de diagnóstico passa a ser conferido antes de gravar, em vez de tentar regravar por cima. O mecânico pode anexar e reanexar quantas vezes precisar.
O primeiro anexo sempre funcionou; o defeito só aparecia ao repetir com a mesma leitura, que é o caso comum quando a análise do Jarvis roda de novo no mesmo carro.
Fonte: Levantado na auditoria do caminho OBD → O.S. e confirmado lendo as permissões do banco em 2026-09-19: a inclusão do vínculo permite mecânico, mas a regravação exige gerente ou acima, e a operação usada entrava pelo caminho de regravação sempre que o vínculo já existia.
Com a fonte do sistema aumentada, o botão “Entrar” aparecia cortado ao meio
Quem aumenta a letra do Android — o caso de quase todo tablet de oficina — via o botão principal da tela de login com o texto cortado na metade, e o mesmo acontecia com o “Continuar com Google”, que perdia a perna do “g”. A caixa do botão tinha altura fixa e não cedia; agora ela cresce junto com a letra.
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O botão “Entrar”, o “Criar Conta” e o “Continuar com Google” passam a crescer com a fonte do sistema, em vez de cortar o próprio texto. Com a letra no tamanho normal eles continuam do mesmo tamanho de antes.
O corte era silencioso: nenhum aviso aparecia e o app não acusava nada, porque quem cortava era a borda do próprio botão. Agora existe uma verificação automática que compara a altura que o botão recebe com a que o conteúdo pede, nos tamanhos de letra de 1x até 2x.
O mesmo conserto foi aplicado em toda parte onde o defeito se repetia: confirmação de veículo, catálogo de itens da ordem de serviço, criação de ordem de serviço, completar cadastro, catálogo de peças, manutenção, cartão de TPMS, simulador e as telas do guincho. São vinte botões no total, e uma verificação automática agora impede que a caixa de altura fixa volte em qualquer tela nova.
Fonte: Encontrado pelo Owner no tablet de QA em 2026-09-19, com a fonte do Android em 1,3x: “na tela de login o botão entrar está cortando”. Medido antes de mexer: escondendo as barras do sistema o botão continuou cortado, o que descartou a barra de tarefas e apontou para a altura fixa da caixa.
A música voltava para o começo ao reabrir o aplicativo
O player lembrava a última música, mas quatro caminhos diferentes apagavam esse ponto sem motivo — e o condutor reabria o aplicativo na primeira faixa, ouvindo sempre as mesmas.
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Abrir o player e sair sem apertar play deixa de zerar o ponto da música. Bastava puxar a barra de notificações para os minutos já ouvidos virarem zero.
Ouvir um podcast deixa de apagar a memória da música do aparelho. As duas coisas dividiam o mesmo registro, e o endereço do episódio sobrescrevia o da faixa — na abertura seguinte a pasta voltava para a primeira música.
Cartão de memória que ainda não montou, ou uma leitura de pasta que falha, deixam de apagar o ponto de reprodução. Uma única abertura ruim custava a memória para sempre, mesmo com a pasta intacta.
O modo de repetição escolhido pelo condutor passa a valer na próxima abertura; antes voltava sozinho para repetir tudo.
No modo aleatório, a rodada continua de onde parou em vez de recomeçar o sorteio a cada abertura — era isso que fazia as mesmas músicas reaparecerem. Faixa nova na pasta entra no sorteio; faixa apagada apenas sai da conta.
Nada muda em onde se escolhe música ou pasta: continua no player do Jarvis Vivo, com a pasta salva de uma vez.
Fonte: Auditoria do player pedida em 2026-09-18: o condutor relatou que o aplicativo voltava para o começo da fila e tocava sempre as mesmas músicas.
O convite do Jarvis passou a abrir em painel, e ele parou de dizer a mesma coisa duas vezes
Duas correções pedidas pelo Owner na mesma rodada. O cartão “Ver resultado?” deixou de disputar espaço dentro da tela do Jarvis e passou a abrir num painel por cima, com botão “Fechar”, no mesmo padrão do painel de falhas. E o Jarvis parou de anunciar o mesmo fato duas vezes seguidas com palavras diferentes.
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O convite do diagnóstico assistido abre num painel por cima da tela, com botão “Fechar” e rolagem própria. Os botões “Confirmou”, “Não confirmou” e “Não testei” ficam inteiros e alcançáveis, e a pergunta sugerida aparece completa, sem corte no meio da frase.
O espaço do Jarvis voltou ao tamanho normal, e com ele o player de mídia. Na correção anterior o cartão só coube porque o player encolheu e perdeu fileiras de botões; agora o cartão não mora mais ali e o player fica inteiro o tempo todo.
Enquanto o convite estiver aberto, uma tarja de uma linha fica na tela do Jarvis. Quem fechar o painel sem responder pode reabri-lo por ela, em vez de perder o convite até o próximo diagnóstico.
O Jarvis parou de repetir. A temperatura do motor, a velocidade e as falhas encontradas eram observadas por dois caminhos ao mesmo tempo, e cada um falava a sua versão: saíam duas frases diferentes dizendo a mesma coisa, coladas uma na outra. Agora o fato é anunciado uma vez só, venha por onde vier.
Fonte: Pedido do Owner em 2026-09-18, no Citroën C4 com o motor ligado: “vamos abrir isso em uma tela separada por cima… tipo esta tela que abre por cima com botão de fechar” e “pode tirar as repetições”. A repetição foi medida no aparelho: com 92 graus, saíam “Temperatura de trabalho atingida: 92 graus” e “92 graus. Temperatura de trabalho confirmada” na mesma fala.
O cartão de decisão aparecia cortado, e a leitura da sonda lambda era descartada no caminho
Dois defeitos independentes, os dois silenciosos. Na multimídia do carro, os botões de resposta do cartão “Ver resultado?” ficavam metade fora da tela, inalcançáveis. E a leitura da sonda de oxigênio, que o aplicativo faz, era jogada fora antes de chegar à análise — por isso a inteligência artificial pedia ao mecânico um dado que o próprio scanner tinha acabado de medir.
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O espaço do Jarvis passa a crescer quando o cartão de decisão aparece. Antes ele tinha altura fixa e o cartão era recortado por dentro, sem aviso e sem barra de rolagem: quem olhava via dois botões pela metade e não tinha como saber que dava para rolar até eles.
A pergunta sugerida pelo Jarvis ganhou uma terceira linha e mais largura. Antes ela era cortada no meio da frase — “…com motor em funcionamento; in…” — e o mecânico nunca sabia o que vinha depois.
A leitura da sonda de oxigênio passa a chegar à análise. O aplicativo lia a sonda e entregava com um nome; a análise esperava outro, não reconhecia, e descartava em silêncio. O resultado eram amplitude e número de oscilações sempre em zero, e a inteligência artificial pedindo ao mecânico que informasse o sinal da sonda — sendo que o aplicativo é o scanner e já tinha o valor.
O carro de teste confirma que os dados existem: a central anuncia suporte às duas sondas, a de antes e a de depois do catalisador.
Fonte: Relatado pelo Owner em 2026-09-18 com foto da multimídia do Citroën C4, e medido: com a tela de 1280x720, o espaço do Jarvis ficava com 139 pixels para um conteúdo de 258.
O app parou de pagar duas vezes pela mesma pergunta à inteligência artificial
A mesma falha, no mesmo carro, na mesma situação, era enviada à análise repetidas vezes — 32 vezes num só dia, num caso real. Agora a resposta já paga é reaproveitada por seis horas, e o histórico repetido foi limpo.
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A análise passa a ser reaproveitada quando a pergunta é a mesma: mesmo veículo, mesmas falhas, mesma situação de sensores, mesmo contexto de condução. Vale por seis horas.
Os números dos sensores entram por FAIXA, e não por valor. O motor a 92 ou 93 graus é a mesma situação clínica — e era essa diferença de um grau que comprava uma consulta nova.
Situação diferente continua sendo pergunta nova. A mesma falha lida em marcha lenta e a 110 km/h não compartilham resposta: entregar a análise errada seria pior que gastar a consulta.
O prazo é de seis horas, e não maior, por um motivo: a análise leva em conta o histórico de serviço e as peças recentes do veículo, que mudam quando uma ordem de serviço é aberta. O prazo curto limita o quanto uma análise pode ficar velha por isso.
Na dúvida, pergunta. Qualquer falha ao consultar o histórico faz o app perguntar normalmente — um reaproveitamento que falha custa uma consulta; um que trava esconde um diagnóstico.
Limpeza do histórico: 429 registros de consultas repetidas foram removidos. Ficaram preservadas todas as consultas com avaliação ou classificação de qualidade, e a consulta mais recente de cada pergunta — as 40 perguntas distintas que o sistema já fez continuam todas representadas, e os indicadores de qualidade não mudaram.
Correção junto: ao enviar uma varredura para análise, a contagem de ocorrências ignorava as falhas marcadas como conhecidas. O código saia da lista e a contagem continuava denunciando — o silêncio ficava pela metade.
Fonte: Pergunta do Owner em 2026-09-18: “por que ele não faz cache do defeito do DTC depois que consulta na IA?”. Medição no banco: 872 consultas desde maio, 40 perguntas distintas, P0420 perguntado 32 vezes num só dia.
Dá para marcar uma falha como conhecida, e o Jarvis para de anunciá-la a cada partida
Falha que a oficina já conhece era anunciada em voz alta toda vez que o carro ligava, e o app gastava consulta com ela sempre. Agora existe um botão, na tela de detalhe da falha, para marcá-la como “em verificação” ou “defeito conhecido”. A falha continua na tela; o que para é a voz e a consulta.
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Botão novo na tela de detalhe da falha, abaixo das informações dela: marcar como “Em verificação” (ainda estou investigando) ou “Defeito conhecido” (já sei o que é e decidi conviver).
Falha marcada continua visível, no mesmo lugar, com um selo dizendo em que estado está e há quantos dias. Silenciar não é apagar — nada sai da tela nem dos laudos.
O Jarvis para de anunciar a falha marcada, nos dois lugares em que ele fala dela: a sessão do scanner e o Centro OBD. E a conta continua honesta: ele não diz “2 falhas” e cita uma.
O app para de gastar consulta de inteligência artificial com a falha marcada, nos três caminhos que faziam isso — o diagnóstico assistido, as hipóteses da sessão e as hipóteses da varredura multissistemas.
A marca vale para o VEÍCULO, e não para o aparelho: marcar na multimídia do carro vale no celular e para quem mais abrir esse veículo.
Funciona na partida mesmo sem internet. A marca fica também guardada no aparelho, então vale nos primeiros segundos após ligar o carro, que é justamente quando o anúncio acontecia. Se o servidor não responder, a marca vale no aparelho e sobe depois — e a tela avisa quando foi esse o caso.
Na dúvida, o Jarvis fala. Se a lista de falhas marcadas não tiver carregado, ou se o servidor não responder, nada é silenciado: esconder defeito por causa de uma falha de rede seria pior que anunciar demais.
Correção junto: uma falha ao carregar o catálogo de falhas deixava o app sem descrição de código nenhum até ser reaberto, em silêncio. Agora ele tenta de novo, com um respiro entre as tentativas, e registra a falha.
Fonte: Pedido do Owner em 2026-09-18, com o carro na mão: o C4 Lounge tem um P0420 real, já conhecido, que era anunciado a cada ignição.
O painel ao vivo mostrava o código da falha sem dizer o que ele significa
Com uma falha ativa, o painel exibia só o código — `P0420` e nada mais — embora a descrição em português já estivesse no catálogo que o aplicativo carrega. No mesmo painel, o cartão do Mecânico dizia “Analisando” sem analisar nada e sem nunca concluir.
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O cartão da falha passa a dizer o que o código significa, logo abaixo do próprio código. A frase vem do catálogo local que o aplicativo já traz e que a tela de detalhe já usava — não é consulta nova nem depende de internet.
Código que o catálogo não conhece continua aparecendo sozinho. O painel prefere não dizer nada a inventar uma descrição.
O catálogo de falhas passa a ser carregado na abertura do aplicativo, em paralelo, sem atrasar a entrada. Antes ele só era lido quando alguém abria a folha de detalhe de uma falha — e as telas que o consultam direto (painel ao vivo, aba de falhas, seção de falhas do centro OBD) mostravam o código sem descrição, sem erro nenhum, só por ele ainda não estar em memória.
O cartão do Mecânico deixou de dizer “Analisando”. Não havia análise em curso: era um rótulo fixo, que aparecia sempre que houvesse falha e permanecia ali indefinidamente, prometendo um resultado que não vinha. Agora ele diz o sistema do carro afetado, quando se sabe, ou quantas falhas estão ativas.
Fonte: Auditoria em uso real de 2026-09-18, com o Citroën C4 Lounge em movimento: o painel mostrou P0420 em três lugares sem descrição, e o cartão do Mecânico ficou em “Analisando” por mais de sete minutos.
A tela de falha podia mandar reinstalar um aplicativo que estava inteiro
Quando o app não conseguia abrir, ele decidia o motivo lendo o texto do erro. Bastava a mensagem citar o nome de uma das chaves de acesso para cair no único veredito que NÃO oferece “Tentar de novo” — e a oficina ficava sem saída, mandada reinstalar. Agora a pergunta é respondida por quem sabe: o próprio aplicativo.
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Saber se a instalação veio sem as chaves de acesso passou a ser um fato consultado no próprio aplicativo, e não um palpite tirado da mensagem de erro.
Falha passageira volta a oferecer “Tentar de novo” mesmo quando a mensagem menciona as chaves. Antes, um tropeço de momento se disfarçava de instalação quebrada.
Instalação realmente sem as chaves continua sem o botão, e agora independe do que o erro diga: insistir ali nunca resolveria, e um botão que não resolve é pior que nenhum.
Fonte: Visto na multimídia do Citroën C4 Lounge em 2026-09-18: o aplicativo funcionou por minutos com essa mesma instalação e, ao reabrir, anunciou instalação incompleta — sem botão para tentar de novo.
O TPMS por cabo recebia os quatro pneus e não mostrava nenhum
Quem usa o kit de pneus por cabo via as quatro rodas com traço no lugar da pressão e o aviso de que a escala estava em conferência — um aviso que nunca terminava. Os dados chegavam desde sempre.
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A pressão e a temperatura do kit por cabo passam a aparecer nas quatro rodas.
A leitura vinha certa do aparelho, mas era lida do campo errado: a pressão saía do lugar da temperatura, e a temperatura de um campo vazio — por isso todas as rodas marcavam zero grau.
Conferido no carro com os dois kits montados ao mesmo tempo: as quatro rodas do kit por cabo batem com as do kit sem fio dentro de meio libra, que é o menor passo que o aparelho consegue medir.
O aviso de pneu vazio passa a funcionar também pelo cabo. Antes, um pneu murchando lido por esse kit não gerava alerta nenhum — e foi a primeira coisa que apareceu no teste, num pneu que estava mesmo no limite.
O acompanhamento de perda rápida de pressão também passa a valer pelo cabo; antes as medições eram descartadas.
A escolha entre automático, cabo e sem fio continua guardada quando o aplicativo fecha.
Ainda fica de fora: o kit por cabo não informa a bateria de cada sensor, e o sem fio informa. Para acompanhar a saúde dos sensores, o sem fio continua sendo a consulta certa.
Fonte: Encontrado em 2026-09-18 no carro de teste, depois do relato de que o kit por cabo não trazia dados para o aplicativo.
O TPMS por cabo recebia os quatro pneus e não mostrava nenhum
Quem usa o kit de pneus por cabo via as quatro rodas com traço no lugar da pressão e o aviso de que a escala estava em conferência — um aviso que nunca terminava. Os dados chegavam desde sempre.
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A pressão e a temperatura do kit por cabo passam a aparecer nas quatro rodas.
A leitura vinha certa do aparelho, mas era lida do campo errado: a pressão saía do lugar da temperatura, e a temperatura de um campo vazio — por isso todas as rodas marcavam zero grau.
Conferido no carro com os dois kits montados ao mesmo tempo: as quatro rodas do kit por cabo batem com as do kit sem fio dentro de meio libra, que é o menor passo que o aparelho consegue medir.
O aviso de pneu vazio passa a funcionar também pelo cabo. Antes, um pneu murchando lido por esse kit não gerava alerta nenhum — e foi a primeira coisa que apareceu no teste, num pneu que estava mesmo no limite.
O acompanhamento de perda rápida de pressão também passa a valer pelo cabo; antes as medições eram descartadas.
A escolha entre automático, cabo e sem fio continua guardada quando o aplicativo fecha.
Ainda fica de fora: o kit por cabo não informa a bateria de cada sensor, e o sem fio informa. Para acompanhar a saúde dos sensores, o sem fio continua sendo a consulta certa.
Fonte: Encontrado em 2026-09-18 no carro de teste, depois do relato de que o kit por cabo não trazia dados para o aplicativo.
A leitura dos pneus parava quando o app saía da tela
Bastava abrir o mapa ou o rádio para a leitura dos pneus parar. Ao voltar, o painel mostrava menos rodas do que antes — e recuperar cada uma podia levar mais de dez minutos.
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A leitura dos sensores de pneu continua funcionando com o app fora da tela; só para quando o app é fechado de verdade.
Antes, sair da tela por um minuto podia custar mais de dez minutos para o painel voltar ao que já mostrava.
O aviso falado continua só com o app aberto: ler em segundo plano é útil, falar sem que ninguém esteja olhando, não.
Medido no carro em movimento: com a correção, um minuto fora da tela passou a ganhar uma roda em vez de perder uma.
O sensor de uma roda traseira que estava sem leitura recente havia dezessete minutos voltou sozinho durante esse teste.
Ainda fica de fora: as rodas traseiras continuam alcançando o aparelho com mais dificuldade que as dianteiras, porque o aparelho fica no painel do carro. Isso é distância de antena e será tratado à parte.
Fonte: Encontrado em 2026-09-18 durante auditoria do app com o carro em viagem, depois do relato de que a leitura dos pneus estava lenta.
A leitura dos pneus parava quando o app saía da tela
Bastava abrir o mapa ou o rádio para a leitura dos pneus parar. Ao voltar, o painel mostrava menos rodas do que antes — e recuperar cada uma podia levar mais de dez minutos.
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A leitura dos sensores de pneu continua funcionando com o app fora da tela; só para quando o app é fechado de verdade.
Antes, sair da tela por um minuto podia custar mais de dez minutos para o painel voltar ao que já mostrava.
O aviso falado continua só com o app aberto: ler em segundo plano é útil, falar sem que ninguém esteja olhando, não.
Medido no carro em movimento: com a correção, um minuto fora da tela passou a ganhar uma roda em vez de perder uma.
O sensor de uma roda traseira que estava sem leitura recente havia dezessete minutos voltou sozinho durante esse teste.
Ainda fica de fora: as rodas traseiras continuam alcançando o aparelho com mais dificuldade que as dianteiras, porque o aparelho fica no painel do carro. Isso é distância de antena e será tratado à parte.
Fonte: Encontrado em 2026-09-18 durante auditoria do app com o carro em viagem, depois do relato de que a leitura dos pneus estava lenta.
Central que recusou a leitura aparecia como central sem falha
Na Varredura Multissistemas, um módulo que respondia mas se recusava a entregar as falhas saía com o distintivo verde “OK” — o app afirmando que a central estava boa sem ter lido nada dela. Agora existe um terceiro estado, em âmbar, e a voz do Jarvis não diz mais “sem falhas” quando alguma central ficou por ler.
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A leitura de falhas passa a dizer o que aconteceu, e não só o que voltou. Antes ela devolvia uma lista, e a lista vazia respondia por três coisas diferentes: “li e está limpo”, “a central recusou” e “deu erro”. A tela lia a lista vazia e pintava as três de verde.
Verde agora exige as duas coisas: a central respondeu E as falhas foram lidas. Central que respondeu sem ser lida sai em âmbar, dizendo o motivo — recusou a leitura, leitura falhou, ou não perguntado.
Central que recusa o ping deixou de aparecer como “Ausente”. Recusar prova que ela existe; ficar calado, não. Eram o mesmo rótulo cinza, e a que recusava nem entrava na conta de módulos encontrados.
O Jarvis não fala mais “nenhuma falha encontrada” quando alguma central ficou sem leitura. A frase final da varredura passa a dizer quantas ficaram, e que dessas não dá para afirmar que estão boas.
Apagar falhas ficou mais honesto em dois pontos. O bloqueio de segurança agora distingue “li e não há o que apagar” de “não consegui ler antes de apagar” — os dois impedem o apagamento, como deve ser, mas só um deles era explicado. E a limpeza só se declara conferida quando a releitura realmente aconteceu: antes, uma releitura recusada voltava vazia e virava prova de sucesso.
Central que pede para aguardar passa a ser esperada. É comum um módulo responder “recebi, estou procurando” duas ou três vezes antes de entregar as falhas; isso contava como recusa e a central sumia do resultado.
Resposta inesperada ao pedido de falhas deixou de virar “zero falhas”. Se o que voltou não é uma leitura de falha, o app diz isso em vez de concluir que o módulo está limpo.
Quando a varredura atualiza um módulo, ela deixou de perder pelo caminho o motivo registrado e a rede em que ele foi achado. Eram quatro trechos que remontavam o resultado à mão e descartavam esses campos em silêncio.
Fonte: Achado ao mapear o código em 2026-09-18, a partir da medição no Citroën C4 Lounge 2014: o módulo de injeção responde 7F 19 11 a um pedido de falhas — existe e recusa. Pela regra antiga, sairia verde.
A Sonda de Módulos e o Console OBD passam a usar os endereços da montadora do carro
As duas telas perguntavam sempre nos endereços de Citroën. Agora existe um seletor de montadora, com oito perfis, e cada endereço aparece dizendo de onde veio — medido em carro, norma, documentação aberta ou dedução.
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Seletor de montadora nas duas telas, com oito perfis: OBD-II genérico, PSA, Fiat/FCA recente, Fiat de geração anterior, Ford, GM, VW/Audi e Renault. Começa marcado pela marca do veículo em uso; marca fora do catálogo cai no OBD-II genérico, que vale em qualquer carro.
Cada endereço mostra a sua procedência na tela. De todo o catálogo, um único endereço foi medido em carro nosso; o resto é norma, documentação aberta ou dedução. Perfil que tem endereço não testado avisa, em vez de apresentar silêncio como se fosse módulo sem defeito.
As telas passam a mandar o controle de fluxo (a combinação que autoriza a central a enviar resposta longa). Sem ele, resposta de mais de um quadro — que é o caso de quase toda leitura de falha — travava no primeiro pedaço e a central aparecia como muda.
Central que responde recusando agora aparece em âmbar, com a frase de que está lá mas não aceitou os comandos de falha que o app sabe pedir. Antes uma recusa era carimbada como se a central falasse aquele protocolo — o contrário do que ela tinha respondido.
A sonda deixou de parar na primeira recusa. Recusar um protocolo é justamente o convite para tentar o seguinte, e antes ela desistia ali.
Entre as perguntas de controle entrou a forma de perguntar “a todos”, ao lado da pergunta dirigida ao motor. No C4 Lounge de teste o motor só respondeu da primeira forma, e ter as duas na lista diz se o problema é o endereço ou a maneira de perguntar.
Ao terminar a varredura o adaptador volta ao estado normal com o protocolo fixo do perfil, e não em modo automático. Em automático o painel ao vivo teria de redescobrir um protocolo que já se sabia.
Fonte: Levantamento de fontes abertas de 2026-09-18 e medição no Citroën C4 Lounge 2014 no mesmo dia.
Depois de conectar, o adaptador respondia “parado” a todo comando de configuração
Assim que a conexão ficava pronta, qualquer comando de ajuste do adaptador voltava STOPPED em vez de OK. Como esses comandos são o que aponta o app para uma central específica, módulo nenhum além do motor tinha como responder.
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Antes de cada comando o app mandava um Enter sozinho para limpar a fila do adaptador. Só que, no adaptador, Enter sozinho significa “repita o comando anterior”: ele recomeçava a pergunta antiga, o comando novo interrompia essa repetição, e o que voltava era “parado” no lugar da resposta.
Comando de ajuste do adaptador não leva mais esse Enter na frente. Ele já é, por si só, o que limpa a fila.
Medido num OBDLink MX+ ligado a um Citroën C4 Lounge 2014: antes, reiniciar o adaptador, pedir a versão dele, perguntar em que protocolo estava e fixar o protocolo voltavam todos “parado” — inclusive o que só lê um número da memória do próprio adaptador, que nem chega a tocar no carro. Depois do conserto, os mesmos comandos voltaram OK e o número do protocolo.
O trecho de conexão inicial já pulava esse Enter, e era por isso que conectar funcionava enquanto tudo depois falhava. A mesma proteção agora vale o tempo todo.
A leitura do painel ao vivo não muda: sessão de CAN já confirmada continua sem Enter extra entre as leituras, como já estava.
Fonte: Medido no carro do responsável, um Citroën C4 Lounge 2014, em 2026-09-18, com o motor ligado.