Acompanhe as mudanças públicas do app, do painel, do laboratório e das integrações YouAutoCar.
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1.2.72+216
Mecânico Virtual rodava com limites de outro motor
O Mecânico Virtual resolvia apenas o ID do perfil do veículo e nunca carregava a linha. Os 16 checks rodavam contra números escritos no código - 105/115 °C de superaquecimento, 11,5 V de bateria, 650-950 rpm de marcha lenta - e o perfil cadastrado não mudava nada.
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Superaquecimento: num diesel, cuja atenção começa em 96 °C e o crítico em 100 °C, o check só acusava a partir de 105 °C - depois de o motor já estar em risco. Agora usa os limites do motor.
Sobrecarga do alternador usava 15,2 V, valor que só um dos 23 perfis declara. Tensão baixa usava 11,5 V para todos, sendo que os flex declaram 11,0.
Marcha lenta instável comparava contra 650-950 rpm, faixa que não serve nem para o diesel 3.0 (550-800) nem para os turbos (750-950).
Vácuo do coletor usava 18-45 kPa fixos. É o teste que denuncia junta de admissão vazando e válvula PCV presa, e a faixa varia por motor.
A sonda lambda só era lida acima de 70 °C: num diesel, que trabalha a partir de 82 °C, ela era lida com o motor ainda frio.
A ordem ficou explícita: ajuste do painel manda sobre o perfil, e o perfil manda sobre a constante. Sobra constante só onde não existe coluna - latência da ECU e plausibilidade do sensor de ar admitido são propriedade do adaptador e do sensor, não do motor.
Fonte: Validação campo a campo do perfil de motor, a pedido do Owner
1.2.72+216
Pressão do coletor tinha três unidades diferentes no app
No tablet o card mostrava "MAP 390 hPa" e no cadastro de perfis o limite era "40 kPa". A conta estava certa (390 hPa = 39 kPa), mas a mesma grandeza tinha três nomes - kPa, hPa e mbar - e não dava para comparar a leitura com o limite recém-cadastrado. Agora é kPa em todo lugar.
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kPa passou a ser a unidade em todas as telas: card do Jarvis, Mistura A/F, dashboard clássico, manômetro do turbo, limites do perfil, anomalias detectadas e relatório PDF.
O dashboard clássico chegava a mostrar mbar numa linha e kPa em outra, na mesma tela. `mbar` e `hPa` são a mesma unidade com dois nomes.
O número que aparece agora é o mesmo que está no cadastro e o mesmo que as regras comparam - a ECU devolve kPa, o banco guarda kPa. Onde havia conversão só para o número ficar maior na tela, ela saiu.
O mostrador do manômetro de turbo dizia "x100 kPa", que é bar escrito de um jeito que obriga a fazer conta de cabeça. Agora diz "bar", que é como oficina lê turbo - boost é pressão relativa, grandeza diferente do MAP.
Fonte: Relato do Owner: o tablet mostrava uma unidade e o cadastro, outra
1.2.72+216
Alerta de "risco de morrer" disparava em toda marcha lenta
Das nove regras de anomalia do scanner, duas funcionavam. As outras sete caiam num limite genérico de 999, e o efeito disso dependia do sentido da regra: três viravam alarme falso constante e quatro ficavam mudas. Todas passaram a sair do perfil do motor.
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"Risco de morrer em baixa rotação" ficava em CRÍTICO o tempo todo: qualquer rotação abaixo de 999 disparava, o que inclui toda marcha lenta de todo carro. Agora o aviso começa abaixo do piso de lenta do próprio motor - 700 no THP, 550 no diesel 3.0.
"Marcha lenta instável" acusava toda partida a frio, porque comparava a rotação absoluta e 1200 rpm passa de 999. Instabilidade é desvio, não valor absoluto: a regra ficou desligada até receber o desvio, com o motivo registrado no código.
Sobrecarga do alternador, vácuo do coletor e fuel trim fora de faixa nunca acusavam nada - 14 V, 40 kPa e 20% jamais alcançam 999. As três voltaram a valer, cada uma com o limite do motor: o diesel avisa fuel trim em 5%, o THP em 15%.
Latência alta da ECU marcava crítico em adaptador lento (resposta acima de 999 ms). Isso é característica do adaptador, não do motor - regra desligada com o motivo escrito.
Perfil elétrico não roda mais regra de rotação nem de coletor: um EV não tem marcha lenta nem admissão, e compará-lo contra zero gerava alerta permanente.
O intervalo entre alertas repetidos passou a usar também o campo de aviso do perfil, que até aqui nunca era lido - só o de crítico valia.
Regra sem limiar definido agora nasce desligada em vez de herdar 999.
Fonte: Validação campo a campo do perfil de motor, a pedido do Owner
Teste de vácuo do coletor volta a funcionar no motor THP
O perfil "Motor THP Turbo" estava com o teto de pressão do coletor em marcha lenta cadastrado como 540 kPa. Em marcha lenta o coletor trabalha em vácuo, entre 19 e 45 kPa - 540 kPa são 5,4 bar, pressão que nem um turbo alcança em carga plena. Corrigido para 40 kPa.
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Correção de cadastro: o valor estava fora de qualquer escala física. Os outros 22 perfis ficam entre 38 e 45 kPa, e o piso deste mesmo perfil já estava correto em 19 kPa.
O número errado ia junto no material enviado para a análise por IA, então a IA recebia "marcha lenta até 540 kPa" como se fosse normal para esse motor.
Não muda o teste de vácuo do coletor hoje: esse teste compara contra um teto fixo de 45 kPa no código, e não contra o campo do perfil. Fazer o teste seguir o cadastro é trabalho separado, já mapeado.
Fonte: Conferido perfil a perfil junto com o Owner, que confirmou o valor
1.2.71+215
A temperatura passou a seguir o perfil do motor
A tela cheia de temperatura dizia "faixa saudável entre 85 °C e 99 °C" para qualquer veículo. Nenhum dos dois números vinha do perfil do motor: o 85 estava escrito no código e o 99 saía de uma constante fixa. Agora todos os limites de temperatura saem de Perfis de Motor.
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A faixa saudável agora é a do motor do cliente e diz qual perfil está valendo. Num Motor THP Turbo ela aparece como 82 °C a 105 °C; num diesel 2.8, 82 °C a 95 °C.
A cor do cartão, a cara do Jarvis e a abertura automática da tela cheia usavam 100 °C e 105 °C fixos. Num diesel, cujo limite de atenção é 96 °C, o aviso só chegava depois de o motor já ter passado do ponto crítico dele; num elétrico, cujo limite é 41 °C, nunca chegava.
A voz do Jarvis falava "passou de 100 graus" e anunciava um limite crítico de 106 °C - um terceiro par de números, que não é de perfil nenhum. Ela passou a receber os cinco limites do motor.
O rearme do alerta usava 95 °C fixos. Agora usa a histérese que o próprio perfil declara, que é o campo criado para isso.
Quando não há veículo com perfil escolhido, vale o perfil Genérico - e a tela deixa de citar um nome de motor que não é o do cliente.
Fonte: Relato do Owner com o tablet na mão: a faixa mostrada não era a do motor do veículo
1.2.70+214
Os botões do topo do Jarvis sumiam no tema claro
Instalei a versão no tablet e medi a captura de tela: o botão de desligar o Jarvis media 1,14:1 e o de minimizar 1,03:1 - eram ícones brancos sobre fundo claro. O botão de tocar música tinha o mesmo problema: 1,14:1 entre o triângulo e o círculo ciano.
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Botão de desligar o Jarvis: de 1,14:1 para 4,72:1, medido na tela.
Botão de minimizar: de 1,03:1 para 6,80:1.
Botão de tocar música: o triângulo dentro do círculo é o fundo aparecendo por dentro do ícone, então no tema claro ele ficava claro sobre ciano claro. Agora o círculo escurece o suficiente para o triângulo aparecer.
Fonte: Verificação na tela do tablet: três defeitos que a medição por código não tinha pego
1.2.69+213
O log do scanner voltou a ter cara de terminal
A folha "Logs OBD - Tempo Real" usava a paleta de terminal - ciano para comando, verde para resposta, vermelho para erro - sobre o fundo claro do tema. As seis categorias ficavam abaixo do mínimo de leitura e o log virava um borrão colorido.
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A área de log passou a ter fundo escuro próprio, independente do tema. Trocar a paleta apagaria a convenção que quem lê log de OBD já conhece: o que estava errado era a folha por baixo dela.
Detalhe da viagem: o botão de zoom do mapa tinha ícone branco sobre fundo branco no tema claro, e a velocidade do ponto tocado no mapa também era escrita em branco.
Conexão automática do Bluetooth: a linha que diz em que passo a conexão está era escrita em cinza escuro sobre um cartão que escurece com o tema - no tema escuro, que é o padrão, ela não aparecia.
Fonte: Continuação da varredura de tema
1.2.68+212
As pastilhas coloridas do app inteiro
O mesmo defeito dos atalhos da Home aparecia 119 vezes em 60 telas: a pastilha pintada com a cor do estado e o texto escrito com a MESMA cor por cima. No tema claro isso mede de 1,1:1 a 4,0:1, quando o mínimo para texto é 4,5:1. Esta versão zera a conta.
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Ordens de serviço, clientes, agenda, orçamentos, financeiro, histórico, saúde do veículo, guincho, ajustes e as telas de scanner: a palavra dentro de cada pastilha de estado voltou a ser legível.
Vale também para os pontinhos indicadores de 7 pixels, que na cor crua praticamente não apareciam sobre a própria pastilha.
A cor viva continua no preenchimento e na borda - é ela que diz o estado de relance. Só o texto e os ícones mudam, e só o suficiente: vermelho continua vermelho, âmbar continua âmbar.
No tema escuro, quase tudo fica exatamente como estava: a cor só é ajustada quando não alcançava o mínimo, e ali ela já alcançava.
Fonte: Fecha a varredura de tema iniciada com o relato do Owner sobre a Home
1.2.67+211
Tester de Peças: a instrução de bancada voltou a aparecer
No tema claro o técnico via o cartão, a borda e os marcadores, e nenhuma palavra. A instrução de onde ligar a ponta, o passo a passo do guia do multímetro e a ficha técnica do perfil eram escritos com uma cor clara fixa, escolhida quando o app só existia escuro.
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Detalhe do sensor: a instrução de bancada ("Conecte o sensor MAP ao Pino B...") media 1,11:1 sobre o cartão claro, quando o mínimo para texto é 4,5:1. Era o texto que diz onde encostar a ponta de prova.
Guia do multímetro: os blocos "Conector e bancada", "Como medir" e "Interpretação rápida" mostravam só os marcadores azuis - as seis linhas do procedimento ficavam a 1,48:1.
Menu de áreas: das cinco abas, só a aberta tinha palavra visível. As outras quatro apareciam como um ícone cinza sozinho (1,23:1).
Ficha técnica do perfil: conector, pinagem, chicote, faixa e janela de teste sumiam, inclusive a leitura ao vivo que o técnico olha enquanto gira a borboleta.
Leitura do multímetro: a unidade ao lado do número grande não aparecia - lia-se "12.345" sem saber se era V, mV, ohm ou Hz.
Detalhe da viagem: os cartões "Mapa com ponto único" e validação de rota escreviam em branco sobre fundo claro, e sumiam inteiros.
Um caso era o contrário: um cinza que passava no tema claro e reprovava no escuro. Ele também foi para o tema.
Fonte: Quatro dos defeitos críticos da auditoria de tema estavam nesta área: 93 das 102 cores fixas de texto do app inteiro
1.2.66+210
Pastilhas de gravidade das telas de diagnóstico
Dezessete telas de diagnóstico traziam a mesma pastilha copiada, e todas com o mesmo defeito: o preenchimento era a cor da gravidade a 12% e o texto era a MESMA cor por cima. No tema claro nenhuma das sete cores de gravidade alcançava o mínimo de leitura.
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ABS, airbag, catalisador, arrefecimento, DPF, lambda, O2, direção elétrica, câmbio, tensão, falha de combustão, mistura, cobertura, módulos, funções especiais, scanner técnico e turbo: a palavra dentro da pastilha voltou a ser legível. Antes media de 1,7:1 a 4,0:1 no tema claro, contra os 4,5:1 mínimos.
A cor viva continua no preenchimento e na borda - é ela que diz a gravidade de relance. Só o texto muda, e só o suficiente: vermelho continua vermelho.
Dois casos não eram só do tema claro: o vermelho de falha grave (3,45:1) e o azul informativo (4,20:1) também ficavam abaixo do mínimo no tema ESCURO, sobre a própria pastilha. Os dois foram corrigidos nos dois temas.
A cor de gravidade também era usada como título de 18px e ícone no cartão de resumo dessas telas. Agora ela já nasce ajustada, então todos os usos da mesma tela ficam legíveis de uma vez.
As dezessete cópias do mesmo componente viraram uma só. Cada tela mantém os próprios números de espaçamento e tamanho, então nada muda de aparência além da cor do texto.
Fonte: Varredura de tema: o mesmo defeito dos atalhos da Home aparece 119 vezes no app; esta rodada fecha 14 deles e trava o número para não crescer
1.2.65+209
Assinatura de entrega estava saindo em branco
A prancheta de assinatura do guincho escrevia com tinta da cor do papel: contraste 1,00:1 nos dois temas. O cliente passava o dedo e não aparecia risco nenhum, mas CONFIRMAR ENTREGA habilitava assim mesmo e o PNG enviado à oficina como evidência era um bloco de cor única. Junto vai a leitura da tela Corrida Ativa no tema claro.
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A assinatura voltou a aparecer, na tela e no arquivo. Papel e tinta passaram a ser fixos, de documento: a evidência é aberta depois por outra pessoa, em outro aparelho, com outro tema - ela não pode depender de como estava a tela de quem colheu a assinatura.
Os cartões da Corrida Ativa deixavam de aparecer na central multimídia com o tema claro: o fundo que substitui o efeito de vidro era azul-quase-preto fixo e o texto seguia o tema, então endereço de coleta, destino, distância e preço sumiam de uma vez. O fundo agora acompanha o tema, e isso vale para os nove lugares do app que usam o mesmo cartão.
Os dois números da corrida voltaram a ser legíveis de relance: o preço em verde media 1,87:1 e os códigos de falha em âmbar 1,78:1 sobre a própria pastilha, quando o mínimo para texto é 4,5:1.
As frases que explicam por que o botão está travado ("Tire a foto antes de embarcar", "Colete a assinatura antes de entregar") eram laranja-pastel sobre branco, a 1,60:1: o guincheiro apertava um botão morto sem descobrir o que faltava.
A barra de cima ficava por cima do mapa sem fundo próprio. Com o tema claro e o mapa no padrão escuro não dava para ver nem a seta de voltar; trocando o mapa para claro, quem sumia era o botão Navegar. Agora ela tem um véu do tema, e o mapa continua aparecendo por baixo.
Timeline da corrida, mapa sem localização e o rastreamento do lado do cliente também deixaram de usar cinza e azul fixos.
Com a fonte do sistema em "Muito grande", o rótulo do botão principal quebrava em duas linhas e a metade de baixo ficava pendurada fora do botão. Agora ele se ajusta à caixa.
Fonte: Varredura de tema em todo o app: 82 defeitos confirmados, cada um verificado por três revisões independentes
1.2.64+208
Atalhos da Home voltam a ter nome legível
Na tela inicial os seis atalhos pintavam o fundo e o título com a MESMA cor, um a 10% e o outro a 80%: pastel sobre pastel. Nenhum dos seis alcançava o mínimo de leitura, e "Agendamentos" e "Meus Veículos" eram quase invisíveis.
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O nome e o ícone de cada atalho passaram a ser escurecidos até darem para ler sobre o próprio cartão. Medido antes: Agendamentos 1,10:1, Meus Veículos 1,21:1, Notificações 1,34:1, Pedir Guincho 1,49:1, Minhas OS 2,22:1, Meus Guinchos 2,24:1 - o mínimo para texto é 4,5:1.
A cor viva continua identificando o atalho no preenchimento e na borda, então a Home não fica cinza: o que mudou foi só o que é texto.
A medida é feita contra o fundo REAL do cartão (a mistura da cor com o fundo da tela), e não contra o fundo da tela puro, que era o erro que deixava passar.
Fonte: Relato do Owner com a Home na mão: "a home e uma tela com cores fracas e difícil de ler"
1.2.63+207
Manômetro do turbo volta a ser legível
Em Turbo e Admissão o valor transbordava o miolo do medidor e caía sobre a escala, os números eram desenhados por cima dos traços e quase não se liam no tema claro.
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O valor da pressão e a unidade cabem dentro do miolo do medidor: antes "-0.7" quebrava em duas linhas e o "7" saía por cima dos traços da escala.
O valor era escrito em cor escura sobre o miolo, que é escuro nos dois temas; agora é claro e se lê.
Os números da escala acompanham o tema em vez de serem quase brancos fixos, e saíram de cima dos traços: cada um ficava com um risco atravessado no meio.
Fonte: Relato do Owner: não dava para ler o medidor no tablet
1.2.62+206
TPMS: texto sobreposto, cores apagadas e tela espremida
Na tela do TPMS a unidade PSI era desenhada por cima da tensão do sensor, os avisos de cache quase não se liam no tema claro e a janela ficava com metade da largura do tablet.
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A unidade (PSI ou bar) deixou de ser desenhada por cima de "3.0 V": agora número e unidade encolhem juntos e cabem dentro do medidor.
"Ao vivo", "Cache ha X min" e a temperatura de cada sensor passaram a escurecer no tema claro até ficarem legíveis; no tema escuro nada muda.
A janela do TPMS usa a largura da tela em vez de parar em 640 px: no tablet os quatro sensores deixam de ficar espremidos e o nome de cada roda aparece inteiro.
Fonte: Relato do Owner olhando a tela do TPMS no tablet
1.2.61+205
No celular os cartões voltam a ser curtos
A versão anterior pôs rótulo e estado em duas linhas para aproveitar a altura do tablet. No celular, onde altura é o que falta, isso deixava cada cartão mais alto e empurrava o último para fora da primeira tela.
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No celular o rótulo e o estado voltam a dividir a mesma linha, e cabem mais cartões sem rolar.
No tablet nada muda: ali o cartão é alto e as duas linhas evitam que o rótulo apareça cortado.
Fonte: Relato do Owner após instalar a versão no celular
1.2.60+204
Player sobe para o centro e os números da telemetria crescem
O player ocupava uma faixa na largura inteira embaixo da tela, enquanto a coluna do centro ficava vazia da metade para baixo. Ele subiu para lá, e aquela faixa virou altura de cartão.
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O player de música passou a morar na coluna do centro da tela do Jarvis, junto da presença.
Os 188 px que ele ocupava embaixo voltaram para os cartões de telemetria: cada um ficou mais alto e o número, maior para ler dirigindo.
Playlist, Aparelho, Rádio online e Podcasts ficam um sobre o outro, porque na coluna não cabem lado a lado.
No espaço estreito o player empilha informação e controles em vez de cortar o nome da faixa.
Em cada cartão o rótulo e o estado passaram a ficar em duas linhas à esquerda, usando a altura ganha: nada mais aparece cortado como "Temperat..." ou "sem DTC at...".
Valor ou rótulo que não cabe diminui em vez de ser cortado, em toda a tela.
Fonte: Pedido do Owner: aproveitar o espaço vazio do centro
1.2.59+203
Tela do Jarvis legível no tema claro, com número maior
No tema claro os valores da tela do Jarvis vinham em ciano sobre fundo quase branco: 1,03:1 de contraste, quando o mínimo legível é 4,5:1. E cada cartão gastava três linhas com metade da largura vazia.
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Os valores, títulos e rótulos da tela do Jarvis passaram a escurecer no tema claro até ficarem legíveis. No tema escuro nada muda: a tela do carro à noite continua idêntica.
Cada cartão virou uma linha só - rótulo à esquerda, valor à direita - e o número cresceu cerca de 45% no mesmo espaço.
Os valores de todos os cartões terminam na mesma coluna, então o olho volta sempre ao mesmo ponto.
Valor comprido diminui em vez de ser cortado: "Observando" e "2/4 pneus OK" aparecem inteiros.
A escolha de tema passou a ser salva no perfil online. Antes só o ajuste antigo de claro/escuro viajava, e a opção Automático se perdia em outro aparelho.
"Resetar Configurações" voltava tudo ao padrão menos o tema; agora volta também.
Fonte: Relato do Owner no tablet: "este azul ficou difícil de ler"
1.2.58+202
Viagem parada diz que ficou parada, e a O.S. para de aparecer duas vezes
Validação no tablet com o simulador ligado achou duas coisas: sessão sem deslocamento aparecia como "0,00 km - 00:00", parecendo viagem quebrada, e cada mudança de status de O.S. gerava duas linhas no histórico.
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Sessão em que o carro não saiu do lugar agora diz "Sem deslocamento - scanner ligado 01:25" em vez de "0,00 km - 00:00".
Viagem em andamento aparece como "Gravando agora" e não como viagem de duração zero.
Mudança de status da O.S. deixou de gerar duas linhas na história do veículo: a do banco e a do site eram a mesma coisa.
A linha que ficou está em português: "Mudou de Rascunho para Em Avaliação" no lugar de "Status alterado de draft para evaluation".
Fonte: Validação no tablet SM-X236B pedida pelo Owner
1.2.57+201
A aba Diagnósticos volta a falar de diagnóstico
O histórico técnico da aba mostrava seis linhas de viagem seguidas. Viagem tem a aba ao lado; aqui entram diagnóstico, O.S. e anomalia - e cada linha virou frase.
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O histórico técnico da aba Diagnósticos deixou de listar viagens: são 61 eventos de viagem para 5 de diagnóstico, e os seis mais recentes eram sempre viagem.
A sugestão do Jarvis agora mostra o teste sugerido no lugar de "mobile_jarvis - jarvis_next_test_suggested".
Bloqueio de limpeza de DTC explica o motivo; pré e pós-scan dizem quantos códigos entraram no registro.
Vale também na linha do tempo do veículo na oficina, que lia os mesmos textos.
Fonte: Auditoria de histórico e diagnóstico pedida pelo Owner
1.2.56+200
Uma viagem deixa de virar dezenas de viagens
O início da gravação abria várias viagens ao mesmo tempo: em 11/09 foram 41 sessões em 96 segundos, e a viagem real de 11,48 km ficou partida em cinco pedaços no histórico.
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A abertura de viagem passou a aceitar uma tentativa por vez. As leituras do OBD que chegam durante a abertura esperam e recebem a mesma viagem, em vez de cada uma abrir a sua.
Some a rajada de viagens de 0,00 km com um único ponto no começo de cada trajeto.
A viagem deixa de aparecer partida em pedaços de poucos metros antes de engatar.
Fonte: Auditoria do histórico de viagens pedida pelo Owner